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Cidades
13/09/2017

'Cobertor curto' para a pavimentação da UEL

Na primeira fase foram recuperados 19 mil metros quadrados de vias, mas ainda há muitos trechos danificados

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Fábio Alcover
Fábio Alcover - Nova análise definirá trechos onde serão aplicadas as sobras dos recursos da primeira fase
Nova análise definirá trechos onde serão aplicadas as sobras dos recursos da primeira fase


A primeira fase de pavimentação asfáltica de vias internas do campus da Universidade Estadual de Londrina já foi concluída. Os recursos são do Fundo Paraná e a empresa responsável pela obra é a Evento Construtora de Obras Ltda, vencedora da licitação, com contrato homologado em dezembro do ano passado. Os recursos seriam suficientes para a recuperação de 25 mil metros quadrados de pavimentação, mas até agora, segundo informações da empresa, foram executados 19 mil metros quadrados de recape em vários pontos da UEL. A extensão das vias da universidade fica entre 50 mil e 60 mil metros quadrados, ou seja, os recursos liberados em junho deste ano são insuficientes para refazer o recape de tudo isso. Há também outros 60 mil metros quadrados de áreas de estacionamentos que não estão sendo corrigidos agora também por falta de recursos.
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Para quem trabalha no campus, a falta de manutenção do asfalto gerava preocupações. A auxiliar operacional do RU, Cristina Pereia da Silva, relata que antes dessas obras a situação estava bem feia. "Era ruim para chegar no trabalho. Estava bem complicado. Agora ficou muito bom e o trabalho está bem feito. Antes eu tinha medo que estragasse o carro e estacionava em outro lugar. Agora pavimentaram os pontos mais críticos, mas há ainda vários lugares no campus que ainda estão bem feios como nas proximidades da quadra de esportes e também nas proximidades da creche do Aplicação", aponta.

Outro espaço que ainda não foi recuperado é o estacionamento dos centros de Ciências Humanas (CCH); de Estudos Sociais Aplicados (Cesa) e de Educação, Comunicação e Artes (Ceca). O local está bastante degradado, com vários buracos, alguns com mais de um metro de extensão. O servidor público Hugo Seiti Ogido, por exemplo, foi abordado nesse local e relatou que o asfalto está bem ruim. "Este estacionamento está com vários buracos no asfalto. O caminho também está horrível no trecho onde o ônibus passa. Eu acho que isso complica para os frequentadores daqui", reclama. Segundo Ogido, o serviço de recape tinha de ser mais completo e com mais qualidade para que o piso dure mais. "Ele não pode ser um simples tapa buraco."

A estudante de Engenharia Civil, Aline Yamaguchi, destacou que um dos fatores que contribuiu para a degradação das pistas de rolamento da UEL foi a reforma da PR-445. "O trânsito foi desviado para dentro do campus e piorou ainda mais o fluxo para vias que não foram projetadas para absorver tantos veículos", destaca. Ela conta que não pôde acompanhar as obras, que começaram antes das férias, mas destaca que o que foi realizado até agora está bem satisfatório. Ela relata que sua turma chegou a realizar trabalhos para analisar os horários de maior fluxo e quais os acessos eram mais utilizados. "Os horários mais utilizados eram os que antecediam as aulas e as rotas com mais fluxo ficam na entrada do ambulatório do Hospital de Clínicas e a entrada do Ceca", aponta.

O prefeito do campus da UEL, Dari de Oliveira Toginho Filho relata que os R$ 1,2 milhão para revitalização de pontos da malha asfáltica do campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL) foram liberados para cinco pontos. "Esses pontos mais críticos e que já foram recuperados ficam na região da Prograd (Pró-Reitoria de Graduação), no espaço ao lado do CCB (Centro de Ciências Biológicas), avenida das Palmeiras, na rotatória que dá acesso a Castelo Branco e no acesso aos postos bancários (perto da Biblioteca Central)", explica.

Segundo ele, a avaliação para conseguir os recursos foi realizada entre 2012 e 2013 e não possibilitava assegurar com certeza qual a profundidade do dano no pavimento para saber a quantidade de material necessária para fazer essa recuperação. "Nesse meio tempo outros setores tiveram avanço da degradação, como nas proximidades do RU (restaurante universitário), perto da creche e perto do Ceca. Há também pontos degradados dentro de estacionamentos, mas o cobertor é curto. Não temos condições de recuperar tudo." Ainda segundo o prefeito do campus, após a conclusão dessa primeira etapa de obras está sendo avaliado o conjunto do que também precisa ser recuperado, o que sobrou de recursos e onde será aplicado.

Questionado sobre o quanto ainda pode ser recuperado com os recursos disponíveis, Toginho Filho estima que as sobras possam chegar a 25% dos recursos, entretanto, ainda não tem esses dados com precisão. "É preciso finalizar a avaliação. A recuperação é feita conforme o grau de degradação da via e há determinados setores que será preciso retirar a capa asfáltica, em outros apenas corrigir imperfeições para depois fazer o recape. Na primeira fase o prefeito revela que "o gasto foi um pouco menor do que tínhamos programado".
Vítor Ogawa
Reportagem Local
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