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Cadernos Especiais
24/07/2016

Startups ajudam a consolidar polo de TI

Região conta com um terço dos projetos que estão sendo orientados pelo Sebrae no Estado

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A equipe da Bart Digital visa agilizar e desburocratizar o processo relacionado às cédulas do produtor rural


Uma das principais apostas da economia do Norte do Paraná é o setor de Tecnologia da Informação (TI). Em outubro do ano passado, a Prefeitura de Londrina, junto com uma série de entidades e instituições, lançou a marca ‘Londrina, Cidade Genial’. De Apucarana a Cornélio Procópio, eixo que compreende o Arranjo Produtivo Local (APL) do setor, existem 1.181 empresas de tecnologia da informação. Os empregos gerados são estimados em 14 mil.
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O número de startups (jovens empresas que trabalham com inovação e escala) é muito grande. Somente sob capacitação no Sebrae Regional Norte, estão 219, um terço das 658 de todo o Paraná. "Temos uma representação muito forte no Paraná e no Brasil", afirma Fabrício Pires Bianchi, consultor do Sebrae para o setor de TI.
A presença de um APL bem organizado e do Instituto Senai de Tecnologia (IST) focado em TI são os fatores que, na opinião de Bianchi, explicam o desenvolvimento acelerado da atividade na região. "Além disso, temos um Executivo Municipal bastante empenhado em apoiar o setor", afirma ele em referência à Prefeitura de Londrina. O consultor destaca a aprovação da lei municipal de inovação e do Programa Municipal de Incentivo à Inovação (Promin), além do decreto que criou o Distrito Tecnológico, no entorno do Senai da Rua Belém. "O Poder Público está presente em tudo que diz respeito ao ecossistema de inovação na cidade."
Bianchi também ressalta a presença de incubadoras e o surgimento de aceleradoras - empresas cujo objetivo é apoiar e investir no desenvolvimento e rápido crescimento de startups. Em fase de implantação, a HubGenial será a primeira aceleradora da região. Pedro Casagrande de Campos, um dos fundadores da empresa, explica que o empreendimento concentra num mesmo local várias startups. "O objetivo da aceleração é pegar uma ideia nascente, um protótipo que ainda não tem valor no mercado e, num curto período, fazer com que tenha valor para captar investimentos", explica.
No modelo da HubGenial, conforme afirma Campos, a aceleradora fica com um porcentual do capital social da startup. "Trabalharemos no formato de desinvestimento. Quando a empresa estiver pronta para o investidor, a gente vende nossa participação", conta. Por enquanto, de acordo com ele, a aceleradora está trabalhando com "duas ideias" dos próprios sócios, mas tem perspectivas de apoiar startups de terceiros em curto prazo.

EM ACELERAÇÃO
A Bart Digital é uma startup londrinense que foi selecionada e está em processo de aceleração pela Startup Farm, em São Paulo. Segundo Thiago Zampieri, co-fundador da Bart, a ideia da empresa é agilizar e desburocratizar o processo relacionado às cédulas do produtor rural (CPRs) - títulos que representam promessa de entrega de produtos rurais feita pelo emitente.
Normalmente, as CPRs são emitidas pelo produtor rural a seus fornecedores de insumos como compromisso de pagamento após a colheita. "Queremos agilizar esse processo operando com duas tecnologias." Uma delas é a do certificado digital, que funciona como assinatura digital e já está consolidada no Brasil. A outra é a do blockchain, tecnologia que funciona como uma grande rede de livros de registro e está por trás da moeda virtual bitcoin. "Nosso desafio é transformar todo o processo de barter agrícola em digital", declara. A aceleração da Bart na Startup Farm durará 35 dias. A empresa também está incubada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).
Nelson Bortolin
Reportagem Local
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