VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
Cadastre-se pelo Facebook
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Olá
Assine já para continuar a ler a Folha de Londrina.
Para identificá-lo como assinante, precisamos do seu email e CPF.
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Avenida Paraná
Escritor e jornalista. Mora desde 1989 em Londrina. Trabalhou em diversos jornais, revistas e assessorias. Assina a coluna diária Avenida Paraná, na Folha de Londrina. Autor dos livros de crônicas "Diário de Moby Dick" (em parceria com o pai, Paulo Lourenço), "Repórter das Coisas" e "Aos Meus Sete Leitores". Casado com a jornalista Rosângela Vale, pai do Pedro, paulistano de certidão, pé-vermelho de coração. Conservador em política, liberal em economia, católico em religião. Em suma, um cronista em busca dos seus sete leitores.
Fale com Paulo Briguet
07/06/2017

O filme que não deveria existir

Sete razões para assistir ao documentário "O Jardim das Aflições", que estreia hoje em Londrina


Matheus Bazzo/Divulgação
Matheus Bazzo/Divulgação


Olavo de Carvalho salvou minha vida. É por isso que hoje à noite eu vou até uma sala de cinema da nossa cidade para ver "O Jardim das Aflições", o filme "que não deveria existir", documentário dirigido pelo cineasta pernambucano Josias Teófilo. Há pelo menos sete boas razões para assistir ao filme:

1. Olavo de Carvalho é o maior filósofo brasileiro vivo.
Os livros e artigos que ele publicou desde os anos 90, à margem da academia, o colocam entre os grandes nomes do pensamento brasileiro, tais como Gilberto Freyre, Mário Ferreira dos Santos, Otto Maria Carpeaux e Miguel Reale. Do ponto de vista literário, desconheço alguém que escreva tão bem quanto em língua portuguesa na atualidade.

2. Olavo previu tudo que está acontecendo no Brasil.
Ler um livro como "O Jardim das Aflições", publicado em 1995, é encontrar um panorama profético de toda a tragicomédia vivida pela sociedade brasileira nos últimos 20 anos. O autor descreveu exatamente o projeto de poder que solapou completamente a base cultural e espiritual do Brasil para que uma elite criminosa pudesse reinar sobre o País.

3. Olavo vai mudar sua vida.
Conhecer Olavo de Carvalho é fazer contato direto com o mundo da alta cultura e das tradições sagradas. Ao ampliar o nosso horizonte intelectual, o filósofo nos conduz a uma nova qualidade de vínculo com a transcendência. Eu voltei a acreditar em Deus depois de assistir às aulas do Olavo.

4. A esquerda não quer que você veja o filme.
O filme de Josias Teófilo foi rejeitado por dez festivais de cinema brasileiros, todos dominados pela elite esquerdista. O único festival que aceitou exibir o documentário — o Cine PE, do Recife — sofreu um boicote por parte de sete cineastas esquerdistas. Na história do cinema brasileiro, jamais se promoveu uma campanha difamatória tão feroz contra um simples filme. Os companheiros não querem que você veja o filme; então, deve haver algo muito bom nele.

5. O filme foi feito sem um centavo de dinheiro público.
Josias Teófilo realizou seu documentário exclusivamente através de doações espontâneas feitas pela internet. Não utilizou nenhuma lei de incentivo, não teve um centavo de patrocínio estatal. Provou que a arte e a cultura não devem necessariamente depender do governo.

6. Olavo é um ser humano admirável.
Tive a honra de conhecê-lo pessoalmente. Em duas visitas à sua casa-biblioteca na Virgínia (EUA), descobri que Olavo de Carvalho é um homem simples, generoso e apaixonado pela família. Creio que o documentário mostrará um pouco desse Olavo afetuoso e leal, uma das pessoas mais bondosas que já conheci.

7. Olavo tem razão.
Durante mais de 20 anos, Olavo de Carvalho lutou praticamente sozinho contra todo o establishment cultural brasileiro. Quando o Brasil finalmente se libertar das forças malignas que o dominam, o filósofo será reverenciado como um herói nacional, cujas principais armas foram a sinceridade e o amor ao próximo.
por Paulo Briguet
30/06/2017

As batatinhas de minha mãe

29/06/2017
MINUTO DO CRONISTA

Complexo de Vossa Excelência

Uma doença que afeta políticos brasileiros

29/06/2017

Três filhos de Londrina

28/06/2017

Minuto do Cronista

Tem alguma coisa cheirando muito mal no Brasil

28/06/2017

Socialismo à brasileira

Professor José Monir Nasser explica como as políticas socializantes acabaram com o Brasil

PUBLICAÇÕES ANTERIORES
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados
HOSPEDADO POR
Hospedado por Mandic