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Avenida Paraná
Escritor e jornalista. Mora desde 1989 em Londrina. Trabalhou em diversos jornais, revistas e assessorias. Assina a coluna diária Avenida Paraná, na Folha de Londrina. Autor dos livros de crônicas "Diário de Moby Dick" (em parceria com o pai, Paulo Lourenço), "Repórter das Coisas" e "Aos Meus Sete Leitores". Casado com a jornalista Rosângela Vale, pai do Pedro, paulistano de certidão, pé-vermelho de coração. Conservador em política, liberal em economia, católico em religião. Em suma, um cronista em busca dos seus sete leitores.
Fale com Paulo Briguet
31/01/2017

Filhos da UEM

Chapa Acelera UEM supera grupos esquerdistas e promete novos rumos para movimento estudantil em Maringá


Divulgação/UEM
Divulgação/UEM


Pouco a pouco, a esquerda começa a sofrer suas primeiras derrotas onde até agora reinava absoluta: a universidade. A chapa Acelera UEM venceu as eleições para o DCE da Universidade Estadual de Maringá (UEM), desbancando os militantes estudantis ligados a partidos.

A vitória foi apertada: 1.038 votos contra 932 (52,7% contra 47,31%). Considerando todas as dificuldades que conservadores e liberais enfrentam no ambiente acadêmico, foi um resultado admirável. A chapa vitoriosa, que tomou posse na segunda-feira (30), promete uma gestão pautada no diálogo e no respeito ao pluralismo de ideias.

Leia entrevista com Bárbara Duarte, do curso de História, integrante do novo DCE:

Como vocês conseguiram vencer a hegemonia esquerdista no movimento estudantil?
Muito além de uma questão ideológica, acreditamos que os estudantes estavam cansados da inércia de até então. Apenas um pequeno grupo se sentia representado pelo movimento estudantil, não exercendo a representatividade devida quanto aos demais. Oferecemos essa representatividade geral, oferecemos mudança e tivemos uma resposta positiva acompanhada de um recado: todos estão cansados da cartilha ideológica dentro da Universidade.

A questão da segurança parece ter sido central na campanha. O que vocês pretendem fazer para tornar a UEM mais segura?
Estamos em contato com a reitoria, estudando as melhores maneiras de colocar em prática medidas de infraestrutura e policiamento que destacamos em nossa campanha.
Não podemos fazer nada sozinhos e deixamos isso muito claro aos discentes. Entraremos em contato com a guarda patrimonial da UEM e também com a PM. Segurança inclui a presença da polícia, mas não só isso. Coisas estruturais simples, como a melhora da iluminação e a poda dos arbustos, já aumentariam a sensação de segurança no campus. A maioria dos estudantes apoia o policiamento. O que há, na verdade, é uma oposição pequena e barulhenta.

Em relação à qualidade do ensino, ao problema da doutrinação ideológica e outros temas centrais do mundo acadêmico, quais serão as suas prioridades?
Nosso maior desejo é aumentar o diálogo com os estudantes. Isso, para nossa chapa, é prioridade. Pretendemos construir um DCE plural, onde todos os alunos, independentemente da sua posição política, sejam bem-vindos. Muitos centros acadêmicos reclamam que são deixados de lado durante as discussões simplesmente por não se encaixarem no grupinho seleto de pessoas que abaixam a cabeça para a militância e fazem o que determinado partido ou sindicato exige — o que infelizmente é algo muito comum dentro de várias universidades do país. O problema de doutrinação ideológica só se resolve quando os dois lados da moeda são apresentados. Assim, acreditamos na importância de fomentar o debate com ideias divergentes, apresentando diversas visões aos discentes para que estes possam aprimorar seu conhecimento longe das amarras da ideologia. Não acreditamos que a relação entre DCE e Reitoria deva ser de conflito, como vem acontecendo nos últimos anos, mas sim de abertura de ambas as partes para que possamos construir juntos uma universidade melhor para todos.
por Paulo Briguet
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