"Não aumentou a corrupção. Aumentou a investigação"
Dilma Rousseff (PT) sobre a acusação de que aumentou a corrupção em seu governo

Ex-diretor documentava propinas anotando tudo
Além de entregar, um a um, os políticos que receberam dinheiro sujo do esquema de corrupção, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa ofereceu aos investigadores, em seus depoimentos, indícios e até provas dos pagamentos de propina. São anotações detalhadas de datas, locais, quantias e até números de contas bancárias no exterior, onde os destinatários preferiam receber a grana roubada da estatal.

Voo próprio
Paulo Roberto Campos foi diretor de Abastecimento da Petrobras entre 2004 (governo Lula) e 2012 (governo Dilma), e agia com "autonomia".

O ‘gerentão’
Chamado de "Paulinho" por Lula, Paulo Roberto Costa conta que ele e seus comparsas se referiam ao ex-presidente como "Gerentão".

De novo, não
O ex-diretor temia virar um Marcos Valério, que estava longe de chefiar o mensalão, era só um "office boy de luxo", mas pegou a maior pena.

Quem chefiava
Paulo Roberto Costa jura que não liderava o esquema, como se reportasse a um chefe. Mas investigadores ainda não acreditam isso.

Campanhas majoritárias custam R$ 4,4 bilhões
Os candidatos a presidente, governador e senador vão gastar mais de R$ 4,4 bilhões nos três meses de campanha eleitoral, de acordo com as próprias previsões informadas ao Tribunal Superior Eleitoral. Esse valor, que é oficial e por isso deve ser superado, é maior que o orçamento anual de 16 dos 39 ministérios criados pelo governo Dilma, incluindo Relações Exteriores e até a própria Presidência da República.

Cabideiro
Nenhuma secretaria da Presidência, nem de áreas estratégicas como Portos e Aviação, custa tanto quanto a campanha majoritária.

Comparativo
Supremo Tribunal Federal, Conselho Nacional de Justiça, AGU e TCU, somados, custam pouco mais da metade (R$ 2,7 bilhões) por ano.

Stella fechou
Ponto de encontro de políticos e jornalistas há 23 anos em Brasília, o restaurante Stella Grill fecha as portas a partir desta segunda-feira.

Atentado contra Eduardo
O delegado federal e deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) levará ao Ministério Público Federal indícios e testemunhos que justificariam uma investigação aprofundada da queda do avião de Eduardo Campos. Está convencido de que não foi um acidente: houve atentado.

Olho da prefeitura
O PMDB está espantado com Paulo Skaf. Candidato ao governo paulista, pegou gosto pela disputa e já decidiu: se perder para Geraldo Alckmin (PSDB), pretende disputar a prefeitura paulistana, em 2016.

Nomes certos
No meio jurídico em Brasília é dado como certo que, em caso de vitória de Marina, a ministra aposentada do STJ Eliana Calmon será ministra da Justiça e o paraibano Herman Benjamin, ministro do STJ, ligado às causas ambientais, será indicado para o Supremo Tribunal Federal.

Valha-nos, Deus
A presidenciável Marina Silva enfrenta resistência de funcionários do Ministério do Meio Ambiente. Eles lembram que, em sua gestão como ministra, reuniões eram interrompidas por cultos evangélicos.

A máquina se mexe
O clima de campanha domina empresas públicas como Banco do Brasil e Petrobras. Funcionários são instados a compartilhar ataques a Aécio (PSDB) e Marina (PSB) no Facebook e grupos do WhatsApp.

Silvio Santos de saias
Sacada do jornalista Vicente Limongi Netto: "Neca Setúbal, do Itaú, também adotou o bordão de Silvio Santos: ‘Quem quer dinheirooo?’. A fila é grande. Claro, tudo no maior desprendimento e desinteresse...."

Suma daqui
Ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli tem cumprido à risca as ordens de Lula, por quem foi orientado a sumir do mapa durante as eleições na Bahia. Pegam mal os escândalos que ele protagonizou.

Comunismo neoliberal
Tem tudo para virar meme na internet vídeo do candidato comunista ao governo do Maranhão, Flávio Dino, favorito nas pesquisas, declarando que é preciso "instalar o capitalismo no Maranhão".

Pensando bem…
…o ex-presidente Lula estagnou em 12,8 mil seguidores no Twiter. Não é nada, não é nada, não é nada mesmo.

PODER SEM PUDOR

Imagem ilustrativa da imagem CLÁUDIO HUMBERTO



Representatividade
Sambista, jornalista e gente boa, Sérgio Cabral, pai do ex-governador do Rio, era vereador quando foi abordado em um restaurante por um sujeito mal-educado: "E aí, ainda tem muito ladrão lá na Câmara?" Cabral lembrou com elegância que havia também vereadores dignos e dedicados e pôs fim ao papo de um jeito que o homem ficou sem saber se era elogio ou insulto:
- Fique tranquilo: o senhor está muito bem representado...