"Fazendas invadidas não serão desapropriadas no prazo de 2 anos"
Aécio Neves (PSDB), candidato a presidente, prometendo combater invasão de terras

Calote do Brasil na ONU passa de R$ 380 milhões
Sem conseguir cumprir as obrigações financeiras junto à Organização das Nações Unidas (ONU) desde 2013, o calote brasileiro já soma mais de R$ 380 milhões. De acordo com o último relatório sobre a saúde financeira da ONU, o Brasil é o quinto maior devedor entre 196 países-membros que contribuem para o financiamento das missões de paz, mas estamos em segundo lugar geral na lista de inadimplentes.

Nem tão preocupado
Do total da dívida, R$ 122 milhões são referentes às missões de paz da ONU que o Brasil sempre teve o orgulho de fazer parte e até liderar.

Anão inadimplente
A inadimplência pode ter sido um dos motivos que levou Israel, sempre em dia com os pagamentos, a fazer chacota da diplomacia brasileira.

Esforço reconhecido
Secretário-Geral da ONU fez menção honrosa aos membros com todos os pagamentos em dia em abril citando um a um, incluindo Timor-Leste.

Puxão de orelha
Ao final do relatório a ONU reitera que a saúde financeira só é mantida quando os países-membros quitam, dentro do prazo, todos os débitos.

Oportunismo eleitoral não poupa o Corinthians
Candidato a deputado federal, Andrés Sanchez abandonou o barco do Corinthians tão logo viu o Itaquerão registrar colossal prejuízo mensal. Ele sabe que a rigor o estádio logo deixará de pertencer ao Corinthians, e não quer estar por perto quando isso for anunciado. Segundo fonte da Caixa, o Itaquerão foi dado como garantia do próprio financiamento, e o Corinthians não tem condições financeiras de pagar as parcelas.

Toma que o filho é teu
Após fazer a "fiel" acreditar que finalmente tinha casa própria, Sanchez deixará na conta da diretoria do Timão a eventual perda do Itaquerão.

Sapato alto
Andrés Sanchez acha que terá votação "milionária" para deputado. Mas a rejeição do PT em São Paulo pode obrigá-lo a descer do sapato alto.

Supersimples
O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, está exultante: Dilma sanciona hoje o Supersimples dos advogados.

Naturalíssimo
O ex-diretor Jorge Zelada fez parecer na CPMI da Petrobras que foi a coisa mais natural do mundo a estatal pagar US$ 360 milhões por metade da refinaria dos EUA, que valia US$ 42,5 milhões, assim como a briga societária que a "obrigou" a pagar US$ 1,3 bilhão pelo mico.

CPI sem credibilidade
Após o passagem do ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada pela CPI Mista, ontem, jornalistas e parlamentares de oposição ficaram inseguros sobre se o depoimento foi também combinado.

Fritar é melhor
O PSDB desistiu de mandado de segurança para afastar o relator da CPI da Petrobras, José Pimentel (PT-CE). O partido teme que uma negativa do STF prejudique a denúncia do escândalo.

Batalha final
Pesquisas em São Paulo mostram grande rejeição a Dilma, ao PT e, até mesmo a Lula, mostrando algo novo e revelador. Aécio acredita que a batalha final vai ser em São Paulo, para onde direciona sua campanha.

Prioridade
Segundo vice-presidente da Câmara, Fábio Faria (PSD) divulgou nas redes sociais uma fotografia de campanha jogando sinuca em Macau (RN), durante pleno dia de esforço concentrado dos parlamentares.

Ministro de quê mesmo?
A reunião da base aliada com o ministro Ricardo Berzoini foi completamente esvaziada. Dos líderes, só compareceram os do PTB, PDT e Pros. Nem a assessoria do PMDB se fez representar.

Conveniente
Em semana com dois dias de trabalho, a Câmara simulou a evacuação do prédio com os servidores da Taquigrafia, justamente quem anota e registra tudo que os deputados falam. Teve até busca por bombas.

Fim do falatório
A disposição do PT em impedir votações esta semana foi tamanha que o partido pediu verificação de quórum para derrubar até aquela sessão em que deputados aproveitam para se exibir para a TV Câmara.

Pensando bem...
...Dilma disse que o Planalto não é "expert em petróleo e gás". Nem agora, nem quando era ela a ministra de Minas e Energia.

PODER SEM PUDOR

Imagem ilustrativa da imagem CLÁUDIO HUMBERTO



Dois em um
Além de Petrônio Portela, que se notabilizou como o articulador da abertura política, o Piauí também fez senador outro Portela, o Lucídio. É verdade que biônico, mas senador. Ao contrário do irmão Petrônio, Lucídio era autoritário e pouco letrado, mas um dia ele ocupou a tribuna do Senado para ler um discurso em defesa do regime militar. Tanto sua peroração incensou os militares que acabou contemplando uma citação do escritor Fiodor Dostoievsky. Um senador da oposição foi ao aparte:
- Interessante sua citação. A propósito, o nobre colega já leu "Crime e Castigo"?
- Li os dois! - fulminou o velho Lucídio, multiplicando por dois o clássico romance da literatura russa.