PREVENÇÃO -

Endemais reforça o combate ao Aedes aegypti no jd. Leonor

Agentes organizaram uma passeata com a banda do Colégio da Polícia Militar e distribuíram panfletos

Micaela Orikasa - Grupo Folha
Micaela Orikasa - Grupo Folha

Endemais reforça o combate ao Aedes aegypti no jd. Leonor
Micaela Orikasa/Grupo FOLHA
 


Certo de que a prevenção é o melhor caminho para acabar com os números da dengue na região, Irineu Marques da Silva, presidente da associação de moradores do jardim Leonor (zona oeste), solicitou a presença de agentes de endemias no bairro para reforçar as ações de combate ao Aedes aegypti.


"São ações como esta que nos ajudam a manter um índice baixo de infestação do mosquito. Não devemos parar", afirma. O pedido de Silva culminou em uma passeata na manhã deste sábado (9) pelas principais ruas do bairro, com a participação de agentes de Endemias e a banda do Colégio da Polícia Militar. 




"Aproveitamos a curiosidade da população ao ver a banda passar, para entregar panfletos educativos", conta a educadora em Endemias, Lucimara Vasconcelos.  


LIRAa


O 3º LIRAa (Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti) de 2019, divulgado em 31 de outubro pela Secretaria Municipal de Saúde, apontou que  um índice de infestação de 1,49% na região oeste.


A região norte apresentou o maior número de focos do mosquito, com 3,40%; seguida pela leste, com 2,14%; sul, com 1,90% e centro, com 1,76%. 


Dos 9.610 imóveis vistoriados, o IIP (Índice de Infestação Predial) foi de 2,0%, o que coloca o município em situação de alerta, conforme classificação do MS (Ministério da Saúde). O levantamento foi feito entre os dias 14 e 18 de outubro.


O índice é menor do que o registrado no 2º LIRAa de 2019, divulgado em maio, que demonstrou uma infestação de 5,3%. Neste levantamento, a maioria dos focos (55,8%) foi encontrada em depósitos móveis, como vasos, pratos, frascos com plantas, bebedouros de animais, entre outros locais.


Outros 20,2% incluíram locais como lixos, recipientes plásticos, garrafas e latas. E 11,2% estavam em depósitos fixos, como calhas, laje, ralos e sanitários em desuso.


Com relação à situação epidemiológica de Londrina, do início do ano até agora foram notificados 14.262 casos suspeitos de dengue. Destes, 3.239 foram confirmados, 10.429 descartados, e outros 594 estão em andamento, aguardando o resultado de exames laboratoriais. (Com informações do N.Com)



Continue lendo


Últimas notícias