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Saúde

O frio e o calor que aliviam

Compressas quentes e geladas auxiliam no controle da dor nos casos de lesões e dores musculares

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Shutterstock
As crianças têm menor tolerância à aplicação de compressas geladas

O calor e o frio são indicados para tratar dores musculares e lesões. A questão é que a maioria das pessoas não sabe em que situação cada tipo de compressa é adequada e a utilização deste artifício de maneira incorreta pode até mesmo piorar o quadro inflamatório.
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De acordo com o especialista em fisioterapia ortopédica e esportiva e fisioterapeuta da Seleção Brasileira Feminina de Handebol, César Parreira, o gelo ou a compressa fria são indicados para as primeiras 72 horas após a lesão. ''O gelo consegue conter o processo inflamatório e conduz ao reparo do tecido. Ele pode ser utilizado em casos de entorses, lesões e traumas'', explica. Após as 72 horas iniciais, o especialista recomenda utilizar as compressas quentes. ''O calor é indicado no caso dos processos inflamatórios mais crônicos'', completa. Segundo ele, o calor também funciona no alívio de cólicas menstruais e dores musculares porque relaxa a musculatura.
Para que a compressa quente tenha um efeito adequado, o fisioterapeuta reforça que é importante manter a temperatura estável. ''A melhor maneira de fazer é aquecer a água e fazer a imersão de uma toalha, que será aplicada no local. As bolsas de água quente ou as bolsas de sementes também são recursos que trazem bons resultados''.
Na hora de aplicar a compressa de gelo, Parreira explica que o ideal é utilizar gelo picado dentro de um saco plástico. ''Entre o saquinho e a lesão é importante colocar um pano úmido, para proteger a pele'', salienta Parreira, lembrando que o quanto antes o gelo for colocado no local lesionado, melhor. Ele acrescenta que água gelada ou spray de gelo também faz o mesmo efeito.
O fisioterapeuta alerta que é importante acompanhar a reação da pessoa na hora de aplicar as compressas, já que o calor e o frio podem lesionar os tecidos se forem usados de maneira exagerada.
Parreira ressalta que o gelo e o calor aliviam a dor mas não resolvem o problema ocasionado pela lesão. ''Se a dor for intensa é preciso procurar um profissional para fazer o diagnóstico e avaliar a lesão. Há casos em que é necessário fazer imobilização e outros procedimentos no local'', aponta. Nos casos de processo inflamatório crônico e nas recuperações pós-cirúrgicas, o gelo e o calor são usados alternadamente. Este processo aumenta a vascularização do local lesionado e favorece a cicatrização.

Restrições
Pessoas com insuficiência vascular periférica e diabetes devem evitar a utilização de compressas frias e diante de qualquer sensibilidade apresentada pela pessoa, este recurso deve ser evitado. ''O tempo de aplicação da compressa de gelo é de 20 a 30 minutos. No começo é desconfortável, mas depois o sistema nervoso acomoda com o estímulo e a sensaçao de dor diminui, reduzindo a sensibilidade no local da lesão'', salienta. Ele acrescenta que é importante fazer um intervalo de pelo menos duas horas entre uma aplicação e outra.
Para as crianças e idosos, a utilização de compressas exige uma atenção maior. De acordo com Parreira, as crianças têm menor tolerância à aplicação de compressas geladas. Já os idosos perdem a sensibilidade da pele, o que favorece a ocorrência de lesões devido o excesso de exposição ao calor ou frio.
Michelle Aligleri
Reportagem Local
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