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Reportagem
04/03/2017

Com dinheiro curto, é preciso ser certeiro

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O empresário Ary Sudan, dono da Rondopar Energia Acumulada, vice-presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Londrina (Sindimetal), vê as medidas do governo federal para retomada do crescimento como um alento, que faz com que o empresariado olhe para o futuro com otimismo, mas nenhuma delas deve gerar impacto às empresas.
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"A economia continua parada, o comércio ainda não melhorou e se o comércio vai mal, a industria vai mal", avalia. Na opinião dele, o setor vem sinalizando investimentos e as empresas sairão da crise mais enxutas e competitivas.
Outra lição que os empresários aprendem na crise, segundo o industrial, é inovar no lançamentos de produtos e eliminar produtos ultrapassados do seu portfólio. É preciso ser seletivo na hora de investir. "O dinheiro é curto e caro, então você tem ser certeiro". Sudan é otimista em relação a 2017, acreditando em um ano de estabilidade, com tendência lenta de recuperação.
A Rondopar atua no setor automobilístico, com produtos de reposição. E apesar de ter sido atingida pela crise, o baque não foi tão grande. Em dois anos, o quadro de funcionários foi reduzido em 20%, mas já iniciou a retomada das contratações.
Para superar a crise, a empresa vem apostando na melhoria da comunicação interna. Também buscou novos mercados, principalmente no exterior.
"As empresas mais preparadas estão buscando novos mercados dentro e fora do país. O mercado externo, para pequenas e médias empresas, só é pensado em tempo de crise. Estamos exportando, com sacrifício, por causa do câmbio", comenta o empresário.
Segundo ele, ninguém trabalha no mercado externo com margem grande – quando há uma queda do câmbio, a margem vai embora. Hoje, entre 15% a 20% da produção da Rondopar vão para o mercado externo. "Com a crise, olhamos com mais atenção e buscamos novos mercados como a Argentina", diz Sudan, reforçando que o mercado externo merece uma atenção dos empresários. (A.M.P)
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