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Política

Manifestantes pedem saída de Temer e Diretas Já em Curitiba e Londrina

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Gustavo Carneiro
Gustavo Carneiro - Em Londrina, cerca de 50 manifestantes se concentraram na Concha Acústica para pedir a renúncia de Temer
Em Londrina, cerca de 50 manifestantes se concentraram na Concha Acústica para pedir a renúncia de Temer


Curitiba - Vários protestos contra a permanência do presidente Michel Temer no cargo foram realizados em várias cidades do País na noite desta quinta (18). Em Londrina, um grupo de 50 pessoas escolheu a Concha Acústica para pedir a renúncia do peemedebista e novas eleições. Em Curitiba, manifestantes ocuparam duas praças do centro da capital, Santos Andrade e Dezenove de Dezembro. Organizados ao longo do dia e inflamados com a gradativa evolução das informações contidas na delação dos empresários do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, os manifestantes não se deixaram intimidar pela chuva e o forte frio em Curitiba e não só pediram pela saída do presidente de qualquer maneira (renúncia ou impeachment), mas também exigiram a convocação de noas eleições e a suspensão das reformas em andamento no Congresso.
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Encabeçando a mobilização na Santos Andrade, a Frente Brasil Popular levou carro de som e aproveitou a concentração para convocar para o próximo ato contra as reformas e a permanência do presidente Temer, que acontecerá no próximo domingo, às 14h, no mesmo local. A presidente da Central Única dos Trabalhadores no Paraná, Regina Cruz, defendeu que a realização de novas eleições são o anseio de todas a população frente à situação do país. "Até a noite de terça, ainda havia quem acreditasse no Temer, isso acabou e o Rodrigo Maia também está envolvido. Diretas já é a única solução, pois o povo não acredita mais no Congresso e não aceita essas reformas", destacou. "O ato de hoje se integra a jornada de manifestações que realizamos ao longo de maio e que prosseguirão no domingo e no dia 24, porque não queremos nenhuma direito a menos", ressaltou Regina.

Nelson Almeida/AFP
Nelson Almeida/AFP - Tradicional palco de protestos em São Paulo, a Avenida Paulista foi tomada ontem por centenas de pessoas
Tradicional palco de protestos em São Paulo, a Avenida Paulista foi tomada ontem por centenas de pessoas


Integrante da Associação Cultural de Negritude e Ação Popular (Acnap) , o locutor Ricardo Guiltadani fez questão de marcar presença com um cartaz pedindo a prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). "Não podemos deixar passar tudo que está acontecendo de errado e precisamos barrar as reformas", justificou.
Antes de seguirem da Praça Santos Andrade para se unir ao grupo da Praça Dezenove de Dezembro, organizado pelo movimento CWB Resiste, os organizadores combinaram que além de trazerem outros simpatizantes para o ato de domingo, todos deverão apresentar sugestões para "forçar a queda desse governo".
Para a estudante Elis Marina, que foi à mobilização na praça 19 de Dezembro, a saída de Temer sempre foi premente. "Desde a composição do governo, ele nunca exerceu o cargo de forma legítima", argumentou. "Espero que desta vez as ruas sejam finalmente ouvidas", acrescentou. "Estamos na rua desde que o Temer e essas denúncias refletem o que nós já esperávamos de quem fez o que fez para chegar ao poder", acrescentou o engenheiro José Carlos Gomes Filho.
A Praça Santos Andrade não será o único endereço de protestos no próximo domingo. Nas ruas próximas ao prédio da Justiça Federal, no bairro Ahú, o movimento Vem pra Rua também está mobilizando a população para protestar contra todos os políticos a partir das 15h, na Avenida Garibaldi, 888, em Curitiba.
Magaléa Mazziotti
Reportagem Local
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