VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
Cadastre-se pelo Facebook
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Olá
Assine já para continuar a ler a Folha de Londrina.
Para identificá-lo como assinante, precisamos do seu email e CPF.
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Política
13/09/2017
EXECUTIVO

Joesley tem novo pedido de prisão decretado em operação que prendeu seu irmão

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois

A Polícia Federal prendeu preventivamente nesta quarta-feira, 13, em São Paulo, o empresário Wesley Batista na Operação Acerto de Contas, 2ª fase da Tendão de Aquiles. Há uma ordem de prisão contra o empresário Joesley Batista, irmão de Wesley, donos da J&F.
PUBLICIDADE

Joesley já está preso temporariamente, por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), desde domingo, 10, por suspeita de violação de sua delação premiada.

Os executivos são investigados na Tendão de Aquiles em inquérito sobre manipulação do mercado financeiro, referente ao suposto lucro obtido com a venda de dólares às vésperas da divulgação da delação premiada dos executivos da J&F.

No pedido de prisão da Polícia Federal diz que "há provas que os irmãos agiram pessoalmente para manipular ações do grupo no mercado". A PF cumpriu também nesta quarta-feira dois mandados de busca e apreensão. Os mandados foram expedidos pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo a pedido da PF como decorrência dos fatos investigados desde que teve início o inquérito policial nº 120/2017, conhecido como operação Tendão de Aquiles - que investiga o uso indevido de informações privilegiadas em transações no mercado financeiro ocorridas entre abril e 17 maio de 2017, data de divulgação de informações relacionadas a acordo de colaboração premiada firmado por ambos os presos e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

A 1ª fase foi deflagrada em 9 de junho quando foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva.

A investigação apura dois eventos. O primeiro é a realização de ordens de venda de ações de emissão da JBS S/A na Bolsa de Valores, entre 24 de abril e 17 de maio, por sua controladora, a empresa FB Participações S/A e a compra dessas ações, em mercado, por parte da empresa JBS S/A, manipulando o mercado e fazendo com que seus acionistas absorvessem parte do prejuízo decorrente da baixa das ações que, de outra maneira, somente a FB Participações, uma empresa de capital fechado, teria sofrido sozinha.

O segundo evento investigado é a intensa compra de contratos de derivativos de dólares entre 28 de abril e 17 de maio por parte da JBS S/A, em desacordo com a movimentação usual da empresa, gerando ganhos decorrentes da alta da moeda norte-americana após o dia 17.

Em nota, a PF informou que após a deflagração da primeira fase da operação, com intensa cooperação institucional com a Comissão de Valores Mobiliários, "policiais federais analisaram documentos, ouviram pessoas e realizaram perícias, trazendo aos autos elementos de prova que indicam o cometimento de crimes e apontam autoria aos dois dirigentes das mencionadas empresas".

Os investigados poderão ser responsabilizados pelo crime previsto no artigo 27-D da Lei 6.385/76, com penas de 1 a 5 anos de reclusão e multa de até três vezes o valor da vantagem ilícita obtida.

Defesa

"É injusta, absurda e lamentável a prisão preventiva de alguém que sempre esteve à disposição da justiça, prestou depoimentos e apresentou todos os documentos requeridos. O Estado brasileiro usa de todos os meios para promover uma vingança contra aqueles que colaboraram com a Justiça", disse o advogado Pierpaolo Bottini, que defende os irmãos Batista.
Fausto Macedo, Julia Affonso, Fabio Serapião e Fabio Fabrini
Agência Estado
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO

CLÁUDIO HUMBERTO

"Estamos aqui para avançar na verdade, doa a quem doer"
Deputado Carlos Marun (PMDB-MS), relator da CPI Mista que investigará a JBS

LUIZ GERALDO MAZZA

"O fenômeno Lula é muito recente para que o desejo de seu retorno se caracterize como uma forma de sebastianismo"

INFORME FOLHA

O projeto que pretende reduzir de 300 para 100 metros a distância entre bares e escolas foi retirado da pauta na Câmara

NA PRAÇA

Em discurso, Lula se diz orgulhoso por "incomodar tanto"

Ex-presidente prestou segundo depoimento a Moro no âmbito da Lava Jato nesta quarta, em Curitiba

Prefeitura de Londrina determina que procuradores batam ponto

Medida atende recomendação da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e deve ser cumprida pelos 35 advogados públicos a partir de 1º de outubro

STF autoriza inquérito para investigar Temer e Rocha Loures

Investigação vai apurar suposto esquema que teria beneficiado empresa que atua no Porto de Santos; Michel Temer teria recebido R$ 1,28 milhão em propinas

Outdoors em Curitiba protestam contra Lula, que depõe hoje

Dizeres como "A 'República de Curitiba' te espera de grades abertas #somostodoslavajato" recepcionam petista que será interrogado por Moro

OPERAÇÃO

PF prende Wesley Batista, presidente da JBS, em São Paulo

Além da prisão, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva de outro dirigente da empresa. Wesley é irmão de Joesley Batista, acionista da J&F, que está preso desde segunda-feira (11) em Brasília

ACUSAÇÃO

Lula: Palocci mentiu para conseguir benefícios da delação

O ex-presidente responde processo pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro; saiba tudo que aconteceu no depoimento de Lula ao juiz federal Sérgio Moro, na Justiça Federal em Curitiba

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Assine a Folha de Londrina
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados