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Política
01/06/2012

Grupo tenta reduzir salários em Apucarana

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O Observatório Social de Apucarana (Norte) inicia amanhã a coleta de assinaturas junto à população com o objetivo de pressionar os 11 vereadores da cidade a revogarem as leis municipais que concederam aumento de até 61,82% nos salários pagos no Executivo e Legislativo. Os subsídios, a partir do próximo ano, serão de R$ 25 mil para o prefeito, R$ 15 mil para o vice, R$ 9,2 mil para secretários, R$ 15 mil para presidente da Câmara e R$ 10 mil para vereadores.
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Segundo a coodenadora do movimento, Gislaine Sincosk, os parlamentares aprovaram o reajuste ''no apagar da luzes no mês de dezembro em sessões extraordinárias''. Ela afirmou que o aumento ''pode até ser legal, mas é imoral. Não aumentaram o número de cadeiras, mas aumentaram o salário, então não adianta.'' No texto que abre o pedido de assinaturas o Observatório escreveu que o objetivo é ''reduzir os subsídios em percentuais condizentes com a realidade local sem exigir mais do contribuinte''.
Contudo, na Câmara o entendimento é de que o movimento organizado pelo Observatório é ''político''. ''Por que deixaram para se manifestar agora, perto do período eleitoral, sendo que as leis foram aprovadas no final do ano?'', questionou o presidente da Casa, Alcides Ramos (DEM). Ele justificou o aumento nos salários com base na Constituição Federal que prevê teto para os vereadores de 50% daquilo que ganha um deputado estadual. Ele considera que novo salário é ''bom''. ''Vereador não tem nenhum tipo de auxílio e usa carro próprio, paga do bolso o combustível, o serviço telefônico, serviço postal.''
Questionado sobre a moralidade da medida aprovada pelos vereadores, Ramos afirmou que ''depende do ponto de vista de cada um''. Ele não informou qual o impacto no orçamento municipal. O orçamento do Legislativo neste ano é de R$ 5 milhões. Ele negou que tenha faltado debate com a comunidade.
O Observatório fará panfletagem amanhã na Avenida Curitiba e na Praça Rui Barbosa, além da distribuição de cópias do abaixo-assinado.
Edson Ferreira
Reportagem Local
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