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Política
AMEAÇADO

Boca Aberta pede quebra de sigilo telefônico de presidente e procurador

Na tentativa de evitar Comissão Processante, vereador quer descobrir quem 'quer sua cabeça'

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Marcos Zanutto/09-05
Marcos Zanutto/09-05

Ameaçado pela abertura de uma Comissão Processante (CP), o vereador Emerson Petriv, o Boca Aberta (PR) quer a quebra do sigilo telefônico do presidente da Câmara Municipal de Londrina (CML), Mário Takahashi (PV) e do procurador-geral do Legislativo, Miguel Aranega Garcia, para descobrir quais vereadores estariam pressionando pela abertura do processo que pode culminar com a perda de seu mandato. Boca Aberta diz que é alvo de perseguição de seus pares, enquanto Takahashi defende que os pareceres da procuradoria são técnicos e que caberá ao plenário decidir se abre ou não processo contra o vereador.
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Procurador diz que não há elementos que justifiquem quebra de sigilo

Na semana passada, a Mesa Executiva da CML decidiu apresentar denúncia contra Boca Aberta, com base em denúncia da enfermeira Regina Amâncio. Ela alega que Boca Aberta cometeu crime ao pedir dinheiro em uma vaquinha virtual para quitar uma multa eleitoral no valor de R$ 8 mil. O parecer da procuradoria jurídica opinou que não havia vício de forma que pudesse levar ao arquivamento antes da análise de mérito.

Neste meio tempo, em conversa gravada por Boca Aberta, Aranega aconselha o vereador a conversar com seus pares, numa tentativa de convencimento contra sua cassação. O vídeo foi postado pelo vereador no Facebook, junto com um texto do próprio parlamentar. No texto, o vereador compreende, entre outras coisas, que outros parlamentares que eram contrários à abertura de uma CP passaram a apoiar a comissão após uma briga com o vereador Jamil Janene (PP) e que parlamentares ligariam para Takahashi reclamando de sua conduta.

Para Boca Aberta, a conversa gravada explicita uma perseguição dentro do Legislativo. "Quero saber quem são esses vereadores que ligam para o presidente pedindo minha cabeça", diz Boca Aberta, justificando a representação protocolada, segundo ele, no Ministério Público, na Polícia Federal, na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Mesa Executiva e procuradoria jurídica da CML.

Mário Takahashi afirma que a conversa entre vereadores e procurador ocorrem para para orientar a conduta dentro do Legislativo e que as análises sobre os processos tratam de questões técnicas e não de mérito. "O vereador coloca como se já houvesse um processo de cassação contra ele, mas não há. Quem tem de ter o entendimento se abre ou não a comissão processante é o plenário", diz. Ele também ressalta que os pareceres são elaborados por vários procuradores.

Miguel Aranega não compareceu à Câmara na manhã desta segunda. Próximo das 12h, os outros procuradores emitiram uma nota em apoio ao prourador-geral, na qual justificam os pareceres jurídicos exarados e reiteram suas validades, uma vez que questionamentos feitos por Boca Aberta à Justiça comum em relação à denúncia contra ele tiveram decisões contrárias em diferentes instâncias.

Ao fim, lamentam que a conversa do procurador com o vereador "tenha sido gravada de forma clandestina (…) e com finalidade – felizmente não atingida – apenas de
denegrir a imagem da Procuradoria e da Presidência da Casa, desviando assim o foco da
Representação em curso".
Luís Fernando Wiltemburg
Grupo Folha
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