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Opinião
13/09/2017

OPINIÃO DO LEITOR

"Como toda coisa medíocre, o politicamente correto espalhou-se pelo planeta como erva daninha"

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Adeus, Chapeuzinho Vermelho!
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Quero parabenizar a jornalista Erika Gonçalves pelo excelente trabalho junto ao psicólogo e educador Ilan Brenman ("Chapeuzinho na Berlinda", Entrevista, 09/09). Sem dúvida, um dos maiores especialistas em literatura infantil, haja vista o número de obras publicadas e premiadas. Como toda coisa medíocre, o politicamente correto espalhou-se pelo planeta como erva daninha, penetrando em todos os meios, principalmente nos meios educacionais e artísticos, onde se constituiu, e se constitui, ainda, em verdadeiro desastre. A nossa sorte, eu acho, é que o pessoal do politicamente correto é, justamente, aquele não é muito ligado em leituras, assim, não corremos o risco de ver Machado de Assis, Aluisio de Azevedo, Lima Barreto, Guimarães Rosa ou mesmo Jorge Amado sendo crucificados. As "análises" da literatura infantil que começaram nos anos 1980, lembro-me bem, eram, no mínimo, escabrosas. Os tais "analistas" viam sexo, perversão, sadomasoquismo em histórias simples como "Branca de Neve e os Sete Anões", por exemplo. À época, a "análise" dessa obra, honestamente, deu-me engulhos. Parabéns, Érika, parabéns, Ilan Brenman.
PAULO ANDRÉ CHENSO (médico e professor) - Londrina

Povo não tem sede de vingança!
Pela segunda vez, o advogado Ricardo Laffranchi bate na mesma tecla de que "o povo tem sede de vingança" (Opinião, 05/05 e 09/09). Na realidade, o povo brasileiro tão massacrado pela corrupção e ferido em sua dignidade, está mesmo é sedento de justiça neste país tristemente dominado pela impunidade. E Gilmar Mendes, que o missivista tanto endeusa, é uma autoridade que contribui decididamente para essa ausência de punição. Os brasileiros não suportam mais vê-lo soltando perigosos criminosos que, livres, voltam a delinquir e até fugir do País. E ele (Mendes) não age com isenção, pois não se declara impedido mesmo que os réus julgados sejam da sua roda social e de seus interesses pessoais. Ele gosta mesmo é de atuar próximo aos "figurões". Por que nunca agiu com a mesma desenvoltura para resolver interesses dos presidiários mais humildes, que injustificadamente continuam presos, mesmo com a pena já devidamente cumprida ou até sem julgamento? Por que absolveu a chapa Dilma/Temer, apesar da clara evidência de corrupção na campanha e a sua inexplicável contradição de "investigá-la, mas nunca cassá-la"? Entenda o sentimento de pânico, asco, dor moral e destruição de suas vidas das mulheres violentadas pelo médico Roger Abdelmassih e pergunte a elas se foi justa a liberdade e a fuga que Gilmar Mendes lhe proporcionou. Elas não querem vingança e, junto com elas, o Brasil todo quer Justiça. Se o ministro é toda essa eminência exaltada por Laffranchi, por que será que renomados juristas defendem o seu impeachment? Verdadeiros juízes de coragem são Sérgio Moro, Marcelo Bretas, Vallisney de Oliveira e Juliano Nanuncio (Londrina) que não dão trégua aos corruptos e agem com imparcialidade. Quanto às prisões cautelares, elas se diferenciam na duração pelas mais diversas circunstâncias da averiguação. Portanto, menos filosofia e mais praticidade.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina

Suprema velocidade de Gilmar Mendes
O advogado Ricardo Laffranchi tem toda razão: o povo brasileiro não quer vingança; o povo quer justiça. O fato do sr. ministro Gilmar Mendes ser poliglota e ser detentor de notável saber jurídico, filosófico, sociológico, criminológico e histórico não o ajudou a garantir ao povo o sentimento de justiça. O referido juiz tornou-se famoso por conceder habeas corpus a investigados com "suprema" velocidade e por aproximar perigosamente suas relações pessoais das suas funções junto ao Poder Judiciário. A atração que demonstra sentir pelos holofotes chega a ser patética. Eu poderia relacionar uma série de atitudes praticadas pelo sr. Gilmar Mendes que não coadunam com o elevado cargo por ele ocupado contudo, vou me limitar a retomar o iluminista Montesquieu que considerou que a "lei é cega e clarividente", afirmando que o poder de julgar seria invisível e nulo caso a independência do julgador fosse conservada. Nem o sr. Gilmar Mendes nem qualquer outro magistrado pode ser independente ao aplicar a lei, adaptando-a quando o investigado for pai de afilhado de casamento, cliente da esposa ou amigo pessoal. Se isso ocorrer, vai por terra a conduta ilibada que se exige de um magistrado e a sociedade correrá o risco de ver, novamente, Barrabás libertado.
ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina

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