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Paradigma do Meta 4
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As universidades - UEL, UEM e Unioeste, entre outras - ainda resistem em aceitar a prestação de contas do Sistema RH–Meta 4, lastreadas no Artigo 207 da Constituição Federal e no artigo 180 da Constituição do Paraná, que versam sobre a autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial. Já o governo do Estado insiste nessa questão. As partes devem chegar a um consenso; eis algumas considerações importantes: no governo do Estado existe um orçamento e a Secretaria de Fazenda tem a obrigação de cumpri-lo fielmente de acordo com a determinação da LDO e o PPA; por outro lado, as contas públicas não poderão ficar à mercê de variação que desestabilize o orçamento proposto. As universidades, como autarquias estaduais, com suas autonomias asseguradas por lei, devem, sim, prestar contas à Secretaria da Fazenda, pois é ela quem gerencia os recursos para manutenção e investimentos em geral. Quando a administração envolve o setor público, há, sim, a exigência de transparência, seja em qualquer área, cobrança essa cada vez mais atuante em todos os tribunais. Qualquer assunto relacionado a orçamento adicional, seja no setor privado ou público, primordialmente exige que se consulte o caixa.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá

Não é fácil ser político
Você já imaginou o quanto é difícil ser político? Ele tem que engolir sapo e não sofrer indigestão, aguentar tudo calado pois muitos "sapos" fazem parte dos espinhos da profissão política. Age de acordo com os interesses momentâneos. Sua ética é fixa e indica sempre negar, jamais se entregar. Não sei, não vi... estou dentro dos princípios legais. Acredita que, se repetir sempre a conversa, a inverdade passa a ser verdade. O eleitor escuta boquiaberto, fora da realidade e passa a entender que tudo que foi falado em corrupção não é verdade e sim boato, intriga da oposição, o poder do mal quer tirá-lo do poder. Assim, esse grande "patriota" vai sofrendo humilhações em dose dupla, como a que vai ocorrendo agora por causa das pesadas malas cheias de dinheiro que têm que carregar. Às vezes, correndo mais que atletas olímpicos. Eles dizem ganhar pouco. Como conseguem viver com tão pouco? Dizem fazer jus aos mensalões, desvios de corrupção. Como poderiam viver com míseros salários? Os falsos administradores públicos, desde os pequenos aos grandes partidos, "sofrem injustiças" na mídia, porém ficam aliviados quando sabem que o povo esquece rápido e nas próximas eleições eles voltam limpos e conseguem se reeleger. Encontrando uma saída "honrosa", ele ri do que fez, dá a volta por cima e o povo continua abandonado. O político conhece a causa pública, suporta as provocações por causa das mordomias. Se os políticos conhecessem a decência e importância dos votos dados pelos trabalhadores, não haveria tanta corrupção. Dizem que a esperança é a última que morre; não é verdade: a esperança foi a primeira a morrer de vergonha diante de fatos que colocaram sob suspeição e alguns atrás das grades por causa de envolvimento com a corrupção que deixa o Brasil em situação caótica. Que Deus ilumine os caminhos para que o Brasil encontre o rumo da paz e futuro melhor!
OSVALDO CARDOSO RIBEIRO (jornalista) – Londrina

Uma reflexão sobre o amor
O que o amor faz? Creio que o amor me torna mais forte, feliz e mais humana. Creio que o amor desencadeia uma avalanche de bons sentimentos em nós. Ele faz um bem enorme em nossas vidas. O verdadeiro amor nos ensina o desapego, a pensar menos em si e colocar o outro em primeiro plano. Os dias passam, tornam-se semanas, meses, anos e, nesse fluir do tempo, você olha ao redor e sente que tudo vai bem, talvez, melhor do que no primeiro dia. A alegria de estar junto, o prazer de ser companheira, amiga, amante, confidente, conselheira, são inúmeros os papéis. Com o amor uma viagem simples se torna extraordinária, e a alegria de conhecer novos lugares, sabores e paisagens juntos é maior. Nas conquistas, o primeiro brinde é com ele e nas derrotas é nele que descanso minha face e choro. O amor mostra para mim que viver faz sentido, compartilhar a nossa transformação, nosso evoluir com alguém é algo supremo, algo de Deus. Com o amor vislumbro que há paz, felicidade, bem-querer e sossego. O amor é um oásis onde pousamos nossas almas, fechamos os olhos e respiramos lenta e suavemente. Desejo que todos nós possamos viver em amor, viver o amor em todos os sentidos.
VIRGINIA ROSA (consultora em educação corporativa) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG,
en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal.
E-­mail: opi­niao @ fo­lha­de­lon­dri­na.com.br
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