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Opinião
19/06/2015

OPINIÃO DO LEITOR

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Vandalismo em imagem de santa
Com relação à reportagem "Imagem de santa é alvo de vandalismo" (Cidades, 18/6), quem fez aquilo não deve ter noção de respeito e do que representa uma imagem. Sou católico e não adoro imagens. Essas estátuas são para lembrarmos da santidade de uma pessoa. Quando abrimos a tela de um computador ou celular há vários ícones e se escolhe um para seguir, da mesma forma escolhemos um modelo de santidade. Uma imagem é uma lembrança da santidade em que o santo viveu em sua vida. Um bom exemplo a ser seguido. Isso é mau? Ninguém sai por aí rasgando a foto da mãe dos outros,é desrespeito. Nossa Senhora é a mãe de Jesus e a mãe por extensão de todos os católicos. É também um desrespeito a todos os católicos. E, talvez, seja esse o objetivo da ação que mutilou a imagem. Mas resta a mim, como católico, o perdão a quem fez aquilo, pois o amor é o ensinamento de Cristo e orar para que um dia possa o autor ou autores descobrirem os seus ensinamentos também.
DAILTON MARTINS (comerciante) - Londrina

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Operação Publicano
Acompanhando pela mídia desde de janeiro os investigados do Gaeco na operação Publicano, em várias reportagens a grande maioria dos acusados envolvidos no maior escândalo da Receita Estadual sempre se esquiva tentando esconder os belíssimos rostos. Será que quando estavam desviando dinheiro dos cofres do governo, extorquindo empresários, etc., também se sentiram envergonhados de ficar com recursos que poderiam ter sido aplicados na educação, na saúde e na segurança? Fico torcendo apenas para que tudo isso que o Gaeco está levantando não acabe em pizza, que todos os culpados sejam realmente punidos conforme a lei e todo o montante desviado seja devolvido corrigido aos cofres do Estado. Espero ainda que nossas autoridades políticas mostrem honestidade e competência, e apliquem esse dinheiro para amenizar e melhorar os atendimentos precários dos serviços públicos em todo o Estado.
MIGUEL POLSKIKH FILHO (eletrotécnico) – Londrina


Pregação do ódio
O leitor Paulo R. Sanitá (Opinião, 15/6) defende Lula, o maior divulgador do ódio político de nosso país e que inventou atrocidades tanto da Marina (ex-PT) e Aécio durante as últimas eleições. Ele fala de privatizações tucanas, mas não fala das privatizações petistas(que agora passaram a chamar de "concessões" para enganar o povo) de portos, aeroportos, ferrovias e estradas. O povo está comendo melhor? É só ir ao supermercado e verificar os preços que nunca estiveram tão altos com essa inflação que prejudica só os mais pobres. Se não fossem as privatizações da telefonia, o que seria hoje? Antes só os ricos podiam ter um telefone e, desde então, todos podem ter um celular; a Vale exportava US$ 9 bilhões, hoje passou dos US$ 15 bilhões; a Embraer estava falida, após a privatização passou a ser uma das maiores empresas de aviação do mundo e orgulho nacional. Ele fala da burguesia (palavra de esquerdistas), mas esquece que hoje o maior burguês do país é Lula, Stédile e toda a turma que mama nas tetas do governo mantido pelo contribuinte. E não se esqueça que recentemente Lula fez críticas pesadas contra os pastores evangélicos gerando um mal-estar em todo País. Será que esta não é a pregação do ódio? Quem já foi condenado pela Justiça no mensalão? Quem vai ser no Petrolão? Está na hora dos petistas fazerem uma autocrítica e reconhecerem seus erros e fracassos e que ninguém é perfeito.
GILBERTO DOMINGUES VIEIRA (aposentado) - Cornélio Procópio


Alguém pode explicar?
Em menos de dois anos, o reajuste da tarifa de água e esgoto em Londrina passou dos 55%. O consumo residencial para até 10 metros cúbicos custa a bagatela de R$ 50; para o mesmo índice de consumo no comércio paga-se R$ 92. Isso de água tratada do Rio Tibagi. Vejam a desproporção de valores quando comparado com uma cidade do interior paulista, com população de 700 mil habitantes, que é abastecida por poços artesianos: consumo residencial, R$ 15; consumo comercial, R$ 43, já com taxa de esgoto incluída. Onde andam nossos nobres deputados e vereadores que não nos defendem?
PEDRO VICCI (aposentado) – Londrina


■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao @ fo­lha­de­lon­dri­na.com.br
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