VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
Cadastre-se pelo Facebook
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Olá
Assine já para continuar a ler a Folha de Londrina.
Para identificá-lo como assinante, precisamos do seu email e CPF.
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Imobiliária & Cia

Um mercado independente e em crescimento

Para atender a demanda habitacional, construtoras têm investido em produtos específicos e diferenciados na região norte da cidade

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois

Uma cidade independente. É assim que muitos londrinenses definem a zona norte, que anos atrás ficou conhecida como Cinco Conjuntos, ou simplesmente "Cincão". A região, até então vazia e distante do centro, onde foram erguidos grandes conjuntos habitacionais, hoje conta com infraestrutura completa – escolas, hospitais, transporte, comércio -, e uma população superior a 200 mil habitantes. É também uma das regiões de Londrina com a maior demanda por imóveis.
PUBLICIDADE

Atentas ao potencial imobiliário da região, algumas construtoras passaram a oferecer empreendimentos diferenciados e adequados especificamente para a necessidade dos moradores locais. O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon Norte/PR), Rodrigo Zacaria, destaca, como exemplos, os condomínios residenciais horizontais, com áreas de lazer menores, mas bem equipadas, e os condomínios verticais, com até oito pavimentos, infraestrutura completa e elevadores.

Tais equipamentos até então não eram comuns nos edifícios erguidos na zona norte por causa do custo de manutenção, que encarece o valor do condomínio. "Com a melhora do poder aquisitivo da população, já é possível oferecer esse tipo de produto, que é sucesso de vendas", adianta. Aliás, o perfil da população que busca o primeiro imóvel vai desde famílias com renda de até R$ 1,8 mil, que estão dentro da Faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), até aquelas que se encaixam na Faixa 3, com salários de no máximo R$ 6,5 mil. Claro que também moram na zona norte pessoas com maior poder aquisitivo.

Por não ser uma área concentrada e estar a uma distância de mais de 15 quilômetros do centro de Londrina, em média, a zona norte ainda tem uma boa reserva de espaço para construções. "As regiões norte e leste da cidade são as que mais têm espaço para crescer", afirma Zacaria. Na norte, por ser maior e concentrar mais pessoas, a demanda por imóveis é mais expressiva. E as construtoras têm lançado produtos para atender essa fatia da população que deseja sair do aluguel, em especial recém-casados e famílias com filhos. Para se ter uma ideia, apenas a Yticon e a MRV lançaram, juntas, cerca de 3 mil unidades naquela área nos últimos anos.

Aliás, o mercado imobiliário na região teve uma retração menor do que comparada a outras partes de Londrina. É o que afirma o presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Londrina (Sincil), Marco Antonio Bacarin. "Com a verticalização, muitas pessoas que moravam em casas se mudaram para apartamentos que, embora não ofereçam o mesmo conforto, dão mais segurança", afirma. Ele lembra que, como o preço médio dos terrenos é menor na zona norte, os valores dos imóveis são mais acessíveis, variam entre R$ 150 mil e R$ 300 mil, em média. O preço menor, no entanto, não significa que os empreendimentos são de baixa qualidade.

Valorização
Se os terrenos residenciais possuem preços mais baixos, os pontos comerciais são extremamente valorizados. O metro quadrado na Avenida Saul Elkind é mais caro do que na principal avenida de Apucarana, só para fazer uma comparação. Alguns preços chegam a ser equivalentes ou até mais altos do que os comercializados na própria Avenida Higienópolis, no centro de Londrina, segundo informações do Sincil e Sinduscon. Bacarin aponta que essa supervalorização dos espaços na Saul Elkind levou empreendedores a explorar outras áreas, como a Avenida das Torres. Para ele, a expectativa é que na área onde será erguido um novo parque industrial haja uma grande demanda habitacional.
Amanda de Santa
Especial para a FOLHA
NOTÍCIAS RELACIONADAS
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Assine a Folha de Londrina
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados
HOSPEDADO POR
Hospedado por Mandic