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Geral
10/05/2011

Equipamento que reduz apagões é desenvolvido na UEL

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Diferencial é transmissão on-line dos dados para laboratório
Fotos: Gina Mardones
Protótipo foi instalado em uma rede da eletrosul

Londrina - A Universidade Estadual de Londrina (UEL) está desenvolvendo um equipamento para identificar como a força dos ventos age sobre as linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão. O protótipo, que tem o nome de ''vibrógrafo'', é o primeiro do gênero produzido no Brasil e, ao que tudo indica, o primeiro do mundo com transmissão on-line das informações. Os equipamentos disponíveis no mercado e usados por grandes empresas de transmissão de energia são todos importados. A ação dos ventos pode causar fadiga nos cabos, rupturas e até mesmo a interrupção do serviço.
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O aparelho mede o ''estresse'' nas linhas, evitando possíveis danos. Com estas informações, é possível estimar a vida útil dos cabos de energia e indicar medidas preventivas ou corretivas nos locais onde as linhas estão mais vulneráveis à ação dos ventos.
O aparelho foi desenvolvido por seis estudantes do curso de engenharia elétrica da UEL, sob a coordenação do professor José Alexandre de França. O projeto foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os funcionários da Eletrosul em Londrina ajudaram a desenvolver a parte mecânica do protótipo, do dispositivo de fixação ao cabo de transmissão e a compatibilidade para a recarga de bateria.
França destaca que uma das vantagens do aparelho desenvolvido pela UEL, em comparação com os similares importados, é a recarga de bateria com energia solar. Outro diferencial é o repasse on-line das informações para a central de monitoramento instalada em um laboratório da universidade. Os equipamentos similares importados são colocados e retirados das linhas de transmissão a cada três dias, em média, e só depois as informações são analisadas.
O aparelho foi instalado para testes no começo de abril em um ponto da linha de transmissão da Eletrosul entre Ivaiporã e Londrina. Ontem, um grupo de funcionários da Eletrosul, o pesquisador e um dos estudantes voltaram à torre de 25 metros de altura para retirar o equipamento. ''Os testes na Eletrosul são justamente para corrigir possíveis falhas no protótipo'', explicou o professor. O equipamento vai passar por ajustes e deve ficar pronto até o final do ano.
Eli Araujo
Reportagem Local
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