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Folha Rural
11/11/2017
SERICULTURA

'Tudo que conquistei foi com o bicho-da-seda'

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O Paraná é responsável por 84% da produção nacional de seda, com o produto de melhor qualidade do mundo. São 1.867 pequenos produtores de 161 municípios
O Paraná é responsável por 84% da produção nacional de seda, com o produto de melhor qualidade do mundo. São 1.867 pequenos produtores de 161 municípios


No município de Astorga, Bento de Carmo Bisca, aos 70 anos, não tem medo de enfrentar "a lida" junto ao bicho-da-seda. São simplesmente 41 anos dedicados à atividade e apesar da correria que enfrenta até hoje, não titubeia em dizer que foi a melhor escolha que fez para sua vida no campo. "Tudo que conquistei foi com o bicho-da-seda."
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E olha que ele já tentou diversas atividades: já investiu em leite, abacaxi, produção de ovos, nada que tenha trazido uma rentabilidade tão bacana quanto a sericicultura. Nas duas primeiras criadas da safra atual, Bisca está satisfeito com os resultados. "A última que entreguei foi de 318 quilos e recebi R$ 21,20 o quilo. Os valores estão melhores que o ano passado até aqui."

Aliás, foi em 2016 que o produtor resolveu automatizar o barracão. "Antes tinha que puxar cada conjunto com a mão, agora é tudo no guincho suspenso de uma vez só. Assim faço o trabalho 70% mais rápido."

Na área de três alqueires de amoreira, o cenário também é outro. O filho Arlos, que também possui um barracão com as lagartas, investiu R$ 15 mil numa máquina desenvolvida pela Bratac para agilizar no corte das ramas. "Foi bem importante, porque apesar de termos os barracões separados, na roça estamos juntos e isso facilita para nós dois, já que o bicho precisa comer uma folha fresca."

E mesmo com essa tecnificação, a correria da família Bisca não para. O produtor salienta que com a sericicultura, "apenas oito horas de serviço não funciona". Ele relata que se uma criada é entregue na quarta-feira, dois dias depois o trabalho já recomeça. "É um tempo muito curto para ajeitar o barracão, desinfetá-lo... O bicho-da-seda é melindroso demais e pode pegar doenças como o 'amarelão', por isso tudo precisa ser desinfectado entre uma criada e outra." (V.L.)
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