Acontecerá entre 18 e 23 de setembro, em Foz do Iguaçu, o Congresso Internacional de Citricultura 2016 (ICC 2016). O evento é realizado a cada quatro anos e depois de 32 anos voltará a ser realizado no Brasil. O ICC é um evento da Sociedade Internacional de Citricultura, e no País está sendo organizado pelos Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e Instituto Agronômico (IAC), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento do Agronegócio (Fapeagro). Todos os detalhes do evento estão disponíveis no site www.icc2016.com.
Nesta edição, o tema central do congresso será "Citricultura Sustentável: o papel do conhecimento aplicado", com palestras, sessões científicas, workshops e eventos paralelos que abordarão o processo produtivo. "Precisamos produzir adequadamente, de forma que dê lucro, mas que mantenha a produtividade", pontua Eduardo Fermino, pesquisador do Iapar e um dos coordenadores do congresso ao lado de Dirceu de Mattos Jr., do IAC.
Ele ressalta que dentro desse tema serão abordados, por exemplo, o uso racional de agrotóxicos, mecanização agrícola e organismos modificados geneticamente (OGM). Segundo o pesquisador, o congresso tem como foco o setor científico, com a apresentação de trabalhos de vários países, e o setor produtivo (indústria e produtores), com a realização de workshops e eventos paralelos. "São temas pertinentes para a maioria das regiões produtoras no mundo", frisa Mattos. Entre os principais países produtores de citros no mundo estão Brasil, Estados Unidos e China.
São esperados cerca de 1 mil participantes de mais de 20 países. Sobre a organização do evento, Fermino ressalta a relevância de se realizar um evento desse porte no Brasil. Além disso, destaca a importância de ter uma fundação como a Fapeagro colaborando na organização do congresso. "É importante para agilizar, flexibilizar e dar segurança no trato com os recursos."
Para a Fapeagro, com 20 anos de atuação gerenciando projetos e eventos na área do agronegócio, colaborar na organização do ICC 2016 tem sido motivo de orgulho, uma vez que um evento como esse exige experiência, competência e estratégias. "A Fapeagro tem um papel de facilitadora e apoiadora nesse processo organizacional, permitindo que sejam debatidos e difundidos temas de extrema importância para a citricultura do Brasil e do mundo", pontua Antonio Carlos Rodrigues da Silva, diretor presidente da Fapeagro.
Ainda, o diretor técnico da fundação, Áureo Lantmann, observa que se trata de um evento que envolve um universo de pessoas especializadas e que vai oferecer no mesmo ambiente "conhecimento, novidades e informações para toda a cadeia produtiva".