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O que vem de novo por aí

Formas orgânicas, materiais naturais como madeira, couro e linho, trançados e até concreto darão a tônica na decoração em 2017

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Nossa casa merece estar sempre bonita e agradável, afinal, é onde recuperamos nossas energias e curtimos nossa família! Além de nos proporcionar conforto, os móveis também embelezam o espaço em que moramos. Ano a ano os designers e a indústria moveleira oferecem novas peças, cada vez mais bonitas, confortáveis e com tecnologia agregada.

Em Londrina sete empresas do setor moveleiro apresentaram com exclusividade os lançamentos 2017 na 2ª edição do Circuito Design PR, realizado no final de outubro em Londrina e Arapongas. Voltada a lojistas e arquitetos, a mostra trouxe peças para a área externa e interna, com muitas novidades em sofás, poltronas, mesas de jantar, mesas de centro e de canto, acessórios, entre outros.



Entre as peças, as formas sinuosas e orgânicas são um ponto em comum. Os designers Victor Leite e Estevam de Carvalhaes, da Tri Design, apontam os materiais que serão tendência no próximo ano. Carvalhaes explica que estes variam de acordo com a região do País. Enquanto o Nordeste prefere madeiras mais claras, lavadas, no Sul e Sudeste a preferência é por madeiras mais escuras. "Eles também não usam muito o couro, preferindo o linhão. Já no Sudeste o couro é um material mais presente, com móveis em tons neutros."

Para quem gosta das cores metalizadas, boa notícia: dourado e cobre estão de volta, em pequenos detalhes, como pés de mesas ou bancos. Leite explica que também os móveis tubulares voltaram, repaginados, em tons de dourado e cobre, beneficiando-se dessas cores mais nobres e sofisticadas.

Já os tons de cimento e concreto saem de paredes e pisos e passam para os móveis. "É a mistura do rústico com o urbano. O ferro de construção – o chamado vergalhão, também aparece como material para móveis, assim como o aço corten", afirma Leite.

Outro material que promete voltar nessa temporada são as pedras, como o mármore. "Só que ao invés daqueles tampos pesados de antigamente, agora temos melhores tecnologias, que nos permitem usar lâminas mais finas e mais leves das pedras, o chamado carpaccio", diz Carvalhaes. O brilho também deve estar de volta, de forma discreta e em pequenos detalhes, com o verniz aplicado de forma localizada e não mais em toda a peça.

Linha Urban
Entre as belas peças, algumas das que mais chamaram a atenção no Circuito de Design foram as da Linha Urban, desenvolvidas pelo designer londrinense Fabricio Roncca. Com inspiração industrial e cosmopolita, poltrona, mesas e estantes trazem o concreto, o cimento, o aço e o vergalhão como materiais. "Meu objetivo foi transmitir o urbano para o design. Nosso desafio foi criar peças bonitas e comerciais e para isso levamos quase dois anos", conta.

Para quem gosta do conceito industrial para a residência, mas não quer tornar o ambiente muito carregado em um tema só, a dica do designer é misturar as peças com o visual cimentício a outras de visual mais clássico, a peças de marcenaria, equilibrando o quente e o frio, usando peças de madeira ou couro, com cores atemporais. "O barato é mesclar, deixar o ambiente mais descolado, lúdico. Usar os materiais de forma sutil, leve. As peças da linha Urban podem ser usadas em qualquer ambiente, têm flexibilidade", garante.


Érika Gonçalves
Reportagem Local
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