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11/11/2017
IGUALDADE E GÊNERO

Exemplos na vida real

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Gustavo Carneiro
Gustavo Carneiro
Rafael Bianco e Verônica Melin Rosa dividem as tarefas domésticas: "Eu gosto de cuidar da casa, não tenho problema com isso", diz o marido. Veja vídeo utilizando a tecnologia da Realidade Aumentada


Na sala de jantar, mesas e cadeiras desenhadas por ele. O marido estava na cozinha preparando o jantar enquanto a esposa conversava com a equipe da FOLHA explicando porque acredita que o marido seja um Homão da Porra.
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Rafael Bianco, 27, saiu de Pedrinhas Paulista, interior de São Paulo, para estudar em Londrina. Trocou a chácara onde morava com a família pelo caos de uma república. "Na primeira semana em que a gente se conheceu, há 6 anos, fui jantar na casa dele. Ele que organizava tudo lá: pratos, talheres, panelas", observa hoje a esposa, Verônica Merlin Rosa, 30.
"Naquele dia, ele fez macarrão com a massa dele e com o molho caseiro da família. Fez também um pão e uma geleia. Eu não gosto muito de macarrão, na hora eu não contei", brinca. Mas Rosa foi arrebatada pelo tempero. "O tempero dele é surreal, tudo que ele inventa de fazer fica maravilhoso", elogia.
Na época, a assistente de pesquisa morava sozinha e percebeu os dois extremos: ele metódico, organizado; ela despojada, não tão dedicada aos serviços domésticos. Hoje, a diferença não é mais tão acentuada, mas gera brincadeiras entre eles. "Quando eu ia na casa dela, só tinha água na geladeira", ri Bianco.
No entanto, os talentos não se limitaram à cozinha, Rosa viu na convivência o discernimento para a distribuição de tarefas, que ocorreu de forma natural. "Ele veio morar comigo e não foi um acordo, foi natural. Como o Rafa é alérgico, a gente sempre lavou as roupas separadamente. Ele lava as roupas dele e eu lavo as minhas", explica.
O restante das tarefas são divididas porque "ninguém tem tempo", como indica o engenheiro ambiental. Os dois trabalham fora, não têm filhos, mas possuem rotina agitada, por isso, a atividade é feita de acordo com a disponibilidade de cada um.
Quanto à manutenção, Bianco faz tudo: lixa a parede, pinta a casa, faz pequenos reparos. Fora isso, o engenheiro também pinta quadros e sabe bordar. "Fez parte da minha educação, minha mãe era exigente e meus nonos deram o exemplo", orgulha-se o filho único.
Por conta dessa educação, Rosa se sente premiada por encontrar um parceiro consciente e não acredita mais na divisão de tarefas estabelecidas como femininas ou masculinas. Dessa forma, lamenta que algumas pessoas ainda a veem com estranheza. "Principalmente o pessoal de mais idade, eles não aceitam muito que a esposa não lave, passe ou cozinhe. É ainda inaceitável que homem faça mais que a mulher", afirma.
Os amigos brincam, já fizeram a comparação com o Rodrigo Hilbert ou o chamam Bianco de dona de casa. "Não me incomodo, nunca me incomodou. Eu gosto de cuidar da casa, gosto de cuidar da cozinha, não tenho problema com isso", argumenta.
Laís Taine
Reportagem local
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