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Folha 2
14/11/2017
ARTE COMO FORMA DE CRÍTICA

Festival Kinoarte promove sessões de filmes brasileiros sobre política

32º Festival Kinoarte de Cinema promove quatro sessões de filmes brasileiros premiados; alguns abordam questões políticas ou de movimentos identidários

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‘Era uma vez Brasília’ e ‘Construindo Pontes’: filmes em cartaz nesta terça no Festival Kinoarte: da missão de matar JK às memórias da ditadura, cinema nacional politiza as telas
‘Era uma vez Brasília’ e ‘Construindo Pontes’: filmes em cartaz nesta terça no Festival Kinoarte: da missão de matar JK às memórias da ditadura, cinema nacional politiza as telas


A 32ª edição do Festival Kinoarte de Cinema promove nesta terça-feira (14), no Cine Teatro Ouro Verde a exibição de quatro filmes nacionais produzidos recentemente e que conquistaram diversos prêmios em importantes eventos cinematográficos realizados dentro e fora do país. As sessões acontecem no Cine Teatro Ouro Verde, onde o público londrinense poderá assistir, a partir das 15 horas, aos longas-metragens "Muito Romântico", "Baronesa", "Era Uma Vez Brasília" e "Construindo Pontes".
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Com sessão agendada para 15 horas, o filme "Muito Romântico" (assista ao trailer) foi lançado em 2016 e conta a história de um casal que atravessa o Oceano Atlântico em busca de uma vida nova em Berlim. Os protagonistas seguem seu caminho fazendo filmes, amizades e música, mas um segredo revelado faz o medo vir à tona. Eles perdem o rumo, até o dia em que encontram um portal para o cosmos, expandindo a travessia para além do tempo e do espaço. Dirigido, roteirizado, produzido e atuado pela gaúcha Melissa Dullius e pelo catarinense Gustavo Jahn, que formam o duo artístico Distruktur, desde 2006, quando deixaram o sul do Brasil para viver em Berlim. Exibido com destaque no Festival de Berlim no ano passado, o longa-metragem teve menção especial na edição 2016 do MFF T-Mobile Nowe Horyzonty. Classificação indicativa: 16 anos.

Mostrar a realidade na periferia de uma grande metrópole brasileira a partir de uma perspectiva feminina é a proposta do filme "Baronesa", que será exibido às 17 horas. O roteiro é focado numa guerra entre traficantes na Vila Mariquinhas, na Zona Norte de Belo Horizonte, que faz com que a protagonista Andreia queira sair da comunidade onde mora e que ajudou a construir, explorando seu cotidiano, passado e anseios trazendo uma abordagem que ainda não tinha sido vista no cinema. Com direção de Juliana Antunes, o filme indicado para maiores de 16 anos foi eleito o Melhor Longa-Metragem na Mostra Aurora, pelo júri da crítica, e conquistou o Prêmio Helena Ignez para o destaque feminino na 20ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Juliana Antunes formou-se em Cinema e Audiovisual. É programadora da Cine 104 e curadora do Cineclube Aranha. Dirigiu outros dois curtas-metragens ambos em fase de montagem/finalização.

Divulgação
Divulgação


Com três prêmios conquistados na última edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, nas categorias: Direção, Fotografia e Som, além de ganhar Menção Especial do Júri no Festival de Locarno, na Suíça, o filme "Era Uma Vez Brasília" (assista ao trailer) ganha exibição em Londrina nesta terça-feira (14), às 19h30, com classificação indicativa de 14 anos. A história do longa dirigido por Adirley Queirós tem início em 1959, quando preso por fazer um loteamento ilegal, o agente intergaláctico WA4 é lançado no espaço. Recebe uma missão: vir para a Terra e matar o presidente Juscelino Kubitschek no dia da inauguração de Brasília. Sua nave perde-se no tempo e aterrissa em 2016, em Ceilândia, cidade-satélite de capital brasileira. Adirley Queirós dirigiu e produziu curtas e longas-metragens e recebeu mais de 60 prêmios no Brasil e no exterior, incluindo os principais prêmios do Festival de Brasília: em 2005, com o curta "Rap, O Canto da Ceilândia", e em 2014, com o longa "Branco sai, Preto Fica" – premiado também em Mar del Plata (Argentina), Ficunam (México) e Viennale (Áustria).

A programação do dia será encerrada às 21h30, com a exibição do longa "Construindo Pontes". O filme retrata a relação entre a cineasta e seu pai, um engenheiro que teve seu momento de glória durante a ditadura. Projeções, mapas e fotos são usados como primeiras pontes para se chegar ao passado. Mas é o inevitável presente que golpeia Álvaro e Heloísa quando, diante da conturbada situação política do Brasil de hoje, cada um se coloca em um ponto oposto. Com classificação indicativa de idade livre, a produção é dirigida por Heloísa Passos e ganhou o Prêmio IDFA de melhor pitching no DocMontevideo, 2016 e o Prêmio Marco Antônio Guimarães no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2017. Heloisa Passos é diretora, produtora e diretora de fotografia. Dirigiu, entre outras produções, a série "Caminhos", o premiado curta-metragem "Viva Volta" (2005) e, para a plataforma Field of Vision, os curtas "Birdie" e "Karollyne". Assina a direção de fotografia de mais de 20 filmes e recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais.

Serviço:
32º Festival Kinoarte de Cinema
Quando – Terça-feira (14), a partir das 15 horas
Onde – Cine Teatro Ouro Verde (R. Maranhão, 85)
Quanto – R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Confira a programação completa do evento no site kinoarte.org
Marcos Roman
Reportagem Local
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