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Esporte
20/03/2017

Paranaense - Sprint final

Com vitória em Foz, Tubarão ganha fôlego para buscar a vaga às quartas de final entre os quatro primeiros

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Divulgação/Londrina Esporte Clube
Divulgação/Londrina Esporte Clube - Fabinho foi bem ao lado de Robinho contra o Foz: Tencati quer um meio-campo mais leve e agressivo
Fabinho foi bem ao lado de Robinho contra o Foz: Tencati quer um meio-campo mais leve e agressivo


Se a primeira fase do Campeonato Paranaense fosse comparada uma corrida de 100 metros rasos, as últimas três rodadas definitivamente seriam o momento das equipes darem aquele "sprint final". E se o Londrina Esporte Clube até aqui se mostrou um corredor bem cambaleante, o time agora parece arrumar fôlego extra para fechar a classificação entre os quatro primeiros da tabela. Sim, é hora do Alviceleste puxar o ar do fundo do pulmão contra adversários que estão na ponta de cima da classificação, já começando contra o líder Paraná nesta quarta-feira, no Estádio do Café.
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A vitória contra o Foz no último sábado no Estádio ABC por 1 a 0 foi um "divisor de águas na competição", segundo o treinador Claudio Tencati. Além de derrubar um tabu de nunca ter vencido o adversário fora de casa na "era SM", o time voltou a marcar gols após três rodadas e vai animado para encarar adversários que estão muito bem no Paranaense até aqui: Paraná (1º), J. Malucelli (3º) e Coritiba (4º). "Agora é ganhar na quarta diante do Paraná para classificar. Depois, vamos dar sequência para brigar entre os quatro primeiros colocados. O retrospecto mostra que contra o Paraná temos tido felicidade, mas claro, precisamos manter o foco", projeta.

Sair do que Tencati chama da "zona de desconforto" já deu uma tranquilidade para os jogadores nesta reta final. O treinador relembra 2014, quando foi campeão, e acabou classificando na última rodada da primeira fase, quase na linha de chegada! "Quero ser campeão de novo, mas não como aconteceu em 2014. Vamos aliviar essa pressão, chegar com mais folga e tranquilos (no final da primeira fase). É claro, ainda tem muita coisa para acontecer, estamos com 11 pontos e com mais três pontos devemos classificar. Mas nossa meta é um pouco mais do que isso".

Leve e agressivo
Neste momento, o treinador salienta que o time começa a se enquadrar dentro do que ele imagina como ideal, pelo menos para o Paranaense. Um dos pontos positivos neste momento do campeonato, segundo ele, foi encontrar uma formação de meio campo mais leve e agressiva, que busca o gol. Isso está sendo possível graças a Robinho e Fabinho, jogando de forma mais verticalizada, enquanto os volantes Germano e França seguram as pontas. "O time está mais leve e competitivo, buscando alternativas. Enquanto o França e o Germano dão uma sustentação, marcam forte e distribuem lateralmente, precisamos de jogadores que vão em direção ao gol. O Robson e o Fabinho deram essa dinâmica. Rafael Gava e o Celso não estavam encaixando legal, agora o Robson entrou contra o Atlético-PR, ganhou a posição e foi bem de novo contra o Foz".

Divulgação/Londrina Esporte Clube
Divulgação/Londrina Esporte Clube - Tencati projeta que com mais três pontos nas últimas três rodadas o Tubarão se classifica entre os quatro primeiros
Tencati projeta que com mais três pontos nas últimas três rodadas o Tubarão se classifica entre os quatro primeiros


Segurando as pontas
Aliás, no jogo contra o Foz, o Londrina mais uma vez mostrou uma fragilidade recorrente, principalmente na segunda parte do segundo tempo. Após expulsão do atacante do Foz, João Guilherme, o Tubarão se mostrou instável, recuou, e quase levou o gol de empate no final. "O futebol é engraçado. Quando passamos a ter superioridade numérica foi o Foz que passou a ter mais envolvimento".

Tencati admite que as substituições que fez na segunda etapa não surtiram o efeito que pensava, com as entradas de Celsinho, Bidia e Brandão. "Depois da expulsão, fizemos as substituições, mas não encaixou com o momento do jogo. Não que eles entraram mal, mas pela maneira que o jogo ficou. Por outro lado, fico contente porque mesmo Foz sendo um time muito cascudo, vinha de bons jogos, suportamos a pressão até o final".

Bola chegou mais ao ataque
Cabelo platinado, tatuado e selfies nas redes sociais. Paulo Rangel, ou PR9, chegou ao Londrina há pouco tempo e tem todas as características do jogador de futebol do mundo moderno. Mas sem dúvida, ele quer mais do que essa popularidade: mostra potencial para se tornar o camisa 9 que o Tubarão definitivamente não teve nos últimos anos, com seu bom posicionamento e faro de gol.

O jogador diz que já estava incomodado com a sequidão das últimas rodadas. "Sempre incomoda. Estamos suprindo isso com muito trabalho. O gol (contra o Foz) fui crucial para dar sequência diante do Paraná". Aliás, foi contra o Tricolor que o atacante fez sua melhor partida até agora, pela Copa da Primeira Liga, com dois gols. Para PR9, a formação que o técnico Claudio Tencatti realizou nas últimas partidas é favorável para que bola chegue mais ao ataque. "Tive três chances claras de gol e converti uma. Criamos bastante e isso é importante".

Contra Paraná, J. Malucelli e Coritiba, PR9 avalia como ótimos testes, já que considera que as partidas serão mais abertas. "São times que jogam e deixam jogar. Somos um time técnico, que toca bem a bola e isso é importante para colocar em prática o que o professor pede".

Além de Paulo Rangel, o treinador Tencati, aliás, também ficou satisfeito com a atuação do africano Yaya. "Ele foi uma grata surpresa. Contra o Foz, começou o jogo preso porque o marcador estava muito em cima dele. Aí começou a surgir um bom futebol, com muitas jogadas pela beirada do campo. Além disso ele tem um comprometimento tático, sem a bola, fechando os espaços na sua posição. A bola não queimou no seu pé e ele se soltou". (V.L.)
Victor Lopes
Reportagem Local
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