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Esporte
14/10/2008

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fotos: Olga Leiria
Humberto Maccagnan Jr., 41 anos, treinador
Diego, 23 anos, pivô do Colégio Londrinense
Jayne Borim, técnica e jogadora da Unopar/FEL
Neuradir Colinete, 40 anos, supervisor

  ‘‘O atleta que faz a dupla cidadania para jogar em algum país da Europa está procurando o melhor para sua vida profissional. Não é culpa dele atuar também pela seleção local, e sim da confederação de futsal deste País de convocar brasileiros, ao invés de atletas locais.’’

Humberto Maccagnan Jr., 41 anos, treinador

‘‘Olhando pelo lado do jogador, essas convocações para a seleção de outro país valorizam o passe dele. Porque conseguir uma vaga na seleção brasileira é quase impossível, porque a concorrência é muito grande. Só que estes países, como a Itália, é ruim porque desvaloriza os jogadores italianos.’’
Diego, 23 anos, pivô do Colégio Londrinense

‘‘Para o jogador que tem hoje o futsal como trabalho, não vejo problema nenhum em se naturalizar para jogar por outro país. Isso acontece também no futebol. E por que o jogador não teria esse direito se os técnicos brasileiros podem também treinar seleções estrangeiras com toda a liberdade?’’
Jayne Borim, técnica e jogadora da Unopar/FEL

‘‘A Fifa não deveria permitir esse número tão elevado de estrangeiros nas seleções, porque senão vai acabar com o futsal nestes países. Acho que desvirtuaram demais. Qual vai ser a renovação de jogadores para o futsal italiano se neste Mundial a seleção está com 14 brasileiros?’’
Neuradir Colinete, 40 anos, supervisor
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