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Esporte
20/03/2017
GOLEIRO DO PALMEIRAS

Em alta, Fernando Prass reitera desejo de ir para a seleção

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Um dos destaques da vitória do Palmeiras por 2 a 1 sobre o Santos, no último domingo, o goleiro Fernando Prass mantém o sonho de voltar a ser convocado para a seleção brasileira. O jogador de 38 anos acredita que a boa fase com a camisa alviverde pode fazer com que ele ganhe uma nova oportunidade e consiga, enfim, jogar pelo time nacional.
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"Estando no Palmeiras e brigando por coisas importantes, o jogador tem de sonhar com a Seleção. Se vai chegar ou não é outra história, mas tem de almejar isto", disse o goleiro, que foi convocado para a Seleção olímpica, ano passado, mas acabou sendo cortado às vésperas dos Jogos do Rio por causa de uma fratura no cotovelo direito.

Enquanto almeja voltar a vestir a camisa da seleção, Prass vê seu companheiro Dudu no time de Tite. O experiente goleiro acredita que no dia a dia poderá mostrar ao treinador sua qualidade e não precisará contar com campanha de torcida ou mesmo dos companheiros.

"A campanha que eu posso fazer para ir para a seleção ou renovar contrato com o Palmeiras são minhas atuações. O maior cabo eleitoral é o jogador dentro de campo", comentou o goleiro, que embora tenha uma carreira consolidada, com boa passagem pelo Vasco e Palmeiras, foi chamado apenas esta vez para a seleção brasileira.

Prass, entretanto, sabe que seu sonho pode não acontecer. Por isso, ressalta que muitos jogadores de nome também não conseguiram ter sequência no time nacional e isso foi superado por eles. "Tem jogadores com carreiras fenomenais, mas nunca foram à seleção. Não ficarei frustrado, mas fica uma pontinha de que faltou algo na carreira".

Os 38 anos de idade não parecem ser um problema para o goleiro, que vive grande fase com a camisa do Palmeiras. "Posso estar puxando a brasa para o meu assado, mas sempre uso o Zé Roberto como exemplo. Se ele foi o melhor lateral, tem de ser convocado aos 42 anos. Tem de ser levado em conta o rendimento no clube e eu vou sonhar até o dia que eu deixar de jogar".
Agência Estado
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