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20/03/2017

ABRAHAM SHAPIRO

Se um gestor – seja ele gerente, supervisor ou diretor – não tem capacidade desenvolvida para tomar decisões que resolvam as questões de sua empresa, isso indica que está na posição errada. Restam-lhe duas simples alternativas: ou aprender o que deve para ocupar esse posto, ou desistir e assumir uma função que requeira menos efetividade

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Os covardes do futuro

De que vale ter um consultor de negócios na sua empresa se você não executa o que ele orienta? Ou um conselheiro? Ou um orientador? É claro que há empresas que têm um consultor só para culpá-lo pelos erros de seus gestores.
Uma das primeiras regras do mundo dos negócios é: "Acostumar-se com a podridão de caráter de algumas pessoas". Há quem faça questão de ter caráter imprestável.
Muitos empresários se iludem achando que seu negócio irá bem o tempo todo. Esquecem-se de que nada nesta vida transcorre sem desafios, obstáculos e apertos. Quando chegam as adversidades, eles paralisam ou atuam por impulso de última hora – sem reflexão, nem planejamento.
Não sei se você já observou, mas em qualquer empresa os que mais ganham são os que decidem mais. Se um gestor – seja ele gerente, supervisor ou diretor – não tem capacidade desenvolvida para tomar decisões que resolvam as questões de sua empresa, isso indica que está na posição errada. Restam-lhe duas simples alternativas: ou aprender o que deve para ocupar esse posto, ou desistir e assumir uma função que requeira menos efetividade. Só o que não vale é a covardia de transferir a culpa para os ombros de quem não decide e nem executa.
É por estas razões que a minha atuação como orientador de herdeiros e sucessores em empresas familiares – ao longo dos últimos vinte anos – insiste a que os futuros dirigentes tenham qualificações que superem o tradicional, típico e lamentável atributo de ser "filho do dono", porque isto, sozinho, faz deles atuais incompetentes e provavelmente futuros derrotados ou covardes.

Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes em Londrina
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