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Economia
05/11/2014

Pesquisa pode gerar 49% de economia na cesta básica

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Lis Sayuri
Para Cássia Regina todos os tipos de produtos tiveram aumento: solução é evitar e substituir

A cesta básica com 13 produtos custou entre R$ 622,14 e R$ 927,18 para uma família de quatro pessoas, em Londrina, no mês de outubro. A variação de 49,03% representa uma economia de R$ 305,04 para os consumidores que tiveram tempo de fazer a pesquisa de preços e adquirir os produtos nos supermercados mais baratos. A diferença gritante acontece em função das variações de preços entre estabelecimentos. A batata, por exemplo, variou 260,24%, encontrada entre R$ 0,83 e R$ 2,99 o quilo.
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Dentre os 13 produtos pesquisados, dez registraram queda de preços, sendo leite (17,90%), café (17,75%) e farinha de trigo (12,78%) as mais acentuadas. O trio banana, tomate e batata, que havia apresentado queda no mês anterior, voltou a subir expressivamente: 19,23%, 39,58% e 79,18%, respectivamente. A sazonalidade explica a escassez e a consequente alta dos produtos.
O economista responsável pela pesquisa, Flávio Oliveira dos Santos, da Faculdade Pitágoras, alerta para a importância da pesquisa de preços e da priorização dos dias de promoções. "A banana que estava custando R$ 2,99 no dia da pesquisa, hoje está R$ 1,99 no mesmo mercado, por causa das promoções", ressalta.
O levantamento detectou variação no preço da banana nanica de 115,11%, entre R$ 1,39 e R$ 2,99. O tomate foi encontrado entre R$ 1,49 e R$ 3,99 o quilo, variação de 167,79%. Já a carne, que vinha registrando alta nos últimos meses, caiu 5,63%, sendo vendida entre R$ 14,98 e R$ 22,80 o quilo (variação de 52,20%). Santos ressalta que a probabilidade é de aumento no preço do produto nos próximos meses.
"Temos alguns supermercados em Londrina que não fazem promoção, e eles aumentaram o preço da carne, o que significa que estão pagando mais caro", constata o economista. Segundo ele, o aumento das exportações brasileiras e da demanda interna também devem pressionar os preços. O vendedor Cláudio Fanti, que fazia compras em um supermercado do centro na tarde de ontem, vê um aumento grande no preço do produto.
"Eu vou virar vegetariano, logo, logo", brinca. Já a aposentada Alaíde Gama da Silva viu melhora nos preços de alguns produtos nos últimos meses, especialmente hortifrútis. "O tomate, além de ruim, estava muito caro (meses atrás)", opina, relembrando um passado próximo, quando o tomate era o "vilão" da cesta básica. Mesmo dependendo de transporte público, Alaíde não hesita em procurar as promoções para duas ou três compras semanais. "Faço o sacrifício de vir ao mercado mais barato", afirma ela, que gasta entre R$ 300 e R$ 400 por mês em compras.
A enfermeira Renata Barbosa é responsável pelas compras de casa e considera absurdos os preços em geral. "Cada vez que você vem ao mercado encontra um preço diferente", afirma ela, que faz compras diárias e diz gastar em torno de R$ 40 em cada. "Faço comparação entre os mercados, porque, de centavo em centavo, faz diferença", defende.
A empresária Cássia Regina também é refém das comprinhas diárias, que costumam custar entre R$ 35 e R$ 50. "Faço a compra do mês, mas venho buscar coisas para o dia; hoje, por exemplo, vim procurar massa de pizza, mas acabo vendo outra coisa e agregando", lamenta. Cássia acredita que todos os tipos de produto tiveram aumento, desde a carne até os produtos de limpeza, por isso a solução é evitar. "Quando está caro normalmente não compro, vou substituindo", finaliza.
Cecília França
Reportagem Local
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