VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Sábado, 24 de Junho de 2017
Economia
17/06/2017

Opção de crédito para quem não tem pressa

Vendas de consórcios registram alta nos primeiros quatro meses de 2017

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois

Ricardo Chicarelli
Ricardo Chicarelli - O empresário Massaro Murayama usou linha de crédito para para fazer pequenas reformas em casa e comprar veículos:
O empresário Massaro Murayama usou linha de crédito para para fazer pequenas reformas em casa e comprar veículos: "É uma espécie de poupança programada"

Em tempo de crise, o consórcio se mostra uma linha de crédito barata. Com taxas de administração menores do que os juros dos financiamentos bancários, a modalidade registrou crescimento de negócios de 25% no primeiro quadrimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2016. As novas adesões representaram um incremento de 6,9%.
Os negócios contratados avançaram de R$ 23,02 bilhões (janeiro a abril de 2016) para R$ 28,78 bilhões. O tíquete médio de R$ 42,7 mil, em abril, foi 21% superior aos R$ 35,3 mil registrados no mesmo mês de 2016.
A aquisição de cotas mostrou crescimento em cinco dos seis setores – veículos automotores, imóveis, serviços e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis –, com destaque para serviços, que manteve a liderança, com alta de 126,3%. Na sequência vieram eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com 31,6%; veículos pesados, com 20,1%; imóveis, com 19,2%, e veículos leves, com 16,2%.
Em Londrina, as vendas de consórcios tiveram um aumento de 3% na comparação com o primeiro quadrimestre do ano passado. As vendas do setor de automóveis apresentaram um crescimento de 21%. Ao analisar apenas as vendas de abril, este setor teve uma alta de 65%.
O Paraná liderou as vendas de cotas para imóveis em 2016, de acordo com dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). A participação do Estado foi de 34,6%, ou seja, a cada dez imóveis comercializados ano passado, no âmbito do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos), três estavam no Paraná, seguido pelo Rio Grande do Sul (24,1%) e São Paulo (23,3%). Os melhores desempenhos foram na região Sul, com 27,1%, e Sudeste, com 22,1%.
"Notamos que o consumidor do Paraná está mais atento a seu planejamento financeiro e encontrou no consórcio uma forma de dar um upgrade comprando um imóvel ou adquirindo um segundo bem. Em 2015, o Estado ocupou a segunda posição e este ano subiu para o primeiro lugar", afirmou Paulo Roberto Rossi, presidente-executivo da Abac.
O desempenho positivo do consórcio surpreendeu o setor. "Depois dessa crise, o consumidor está mais atento as suas finanças pessoais. Ela (crise) foi péssima em vários setores, mas mostrou que é preciso pensar em planejamento e os indicadores mostram uma recuperação da economia", comentou Rossi.
Em abril, houve recorde de comercialização de cotas (182 mil). No ano passado, foram 120 mil no mesmo mês. O setor de motocicletas foi o único que apresentou retração (-7,4%). De acordo com o presidente da Abac, um reflexo do alto índice de desemprego.

POTENCIAL
O técnico em segurança do trabalho Amilton Rogério Gois, de 36 anos, optou pela linha de crédito em função das facilidades de liberação da carta e as taxas de administração. Gois fez pesquisa e comparou as taxas de várias empresas e instituições financeiras. "O valor das prestações também influenciou. É uma compra planejada e mais vantajosa", comentou o técnico. Ele já foi contemplado com a carta de crédito de um automóvel e de uma motocicleta. "Quando tiver quitado tudo quero fazer outro", disse.

Para o gerente regional do Consórcio União, Rafael Carraro, a dificuldade de acesso ao crédito financeiro vem impulsionando a procura pelo consórcio. A empresa registrou uma alta de vendas de 18% em abril em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação aos veículos, o aumento foi de 34%.
"O consumidor está procurando alternativas mais baratas para conseguir o bem. E o consórcio é uma solução mais segura e viável no valor final. Percebemos, historicamente, uma produção melhor no segundo semestre. Estamos projetando um crescimento acima dos dois dígitos", avaliou Carraro. O executivo afirmou que o consumidor londrinense gosta dessa modalidade de investimento e que o mercado tem possibilidade de chegar entre 10% e 12% de crescimento no ano.
Aline Machado Parodi
Reportagem Local
Continue lendo
5
Assine a Folha de Londrina
EDITORIAS
PolíticaGeralMundoCidadesEconomiaEsporteFolha 2OpiniãoFolha MaisEleições 2016Índice de Notícias
SEÇÕES
ChargeColunistasIndicadoresTempoHoróscopoEdição DigitalGaleria de FotosClassificadosCadernos EspeciaisPromoçõesLoterias
SEMANAIS
Folha GenteCarro & CiaImobiliária & CiaSaúdeEmpregos & ConcursosFolha CidadaniaNorte PioneiroMercado DigitalFolha RuralReportagemCozinha & Sabor
CLASSIFICADOS
VrumLugar CertoFolha ClassificadosDiversos
SERVIÇOS
ComercialArquivoCapa do ImpressoExpedienteClube do AssinanteFale ConoscoAviso LegalPolítica de PrivacidadeTrabalhe ConoscoQuem SomosGuia GastronômicoAssine Já!
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados