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Economia

Lojas de materiais de construção sentem recuperação em julho

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Anderson Coelho
Anderson Coelho
Para a presidente da Acomac, Sandra Batista do Nascimento, o sentimento de estabilidade política está trazendo de volta o cliente que sumiu


As vendas de materiais de construção no varejo tiveram alta de 8,5% em julho na comparação com o mês anterior e completa uma série de três resultados positivos no ano. A constatação é da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco), que representa lojistas de varejo, e foi divulgada ontem. A entidade espera terminar 2016 com crescimento nas vendas, depois de pouco mais de um ano de retração.
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O crescimento ainda foi de 4% em relação a julho de 2015. No ano passado, o varejo da construção civil teve faturamento de R$ 115 bilhões. Os dados são da pesquisa mensal feita pelo Instituto de Pesquisas Anamaco com parceiras e ouviu 530 lojistas de todo o Brasil entre os dias 26 e 30 de julho. A margem de erro é de 4,3%.
O setor registra retração de 4% em 12 meses e de 6% desde janeiro. "No ano passado, foi a primeira vez que tivemos resultados negativos em 30 anos. Também foi a primeira vez que o segundo semestre foi menos rentável que o primeiro", afirma o presidente da Anamaco, Cláudio Conz. Ele diz, ainda, que a expectativa é de fechar o ano com crescimento de 5% acima do ano passado.
Para ele, há uma somatória de fatores que levam à retomada. A primeira é que a reforma adiada no ano anterior pelo proprietário começa a ser retomada – segundo as estatísticas da Anamaco, são 64 milhões de casas e apartamentos necessitando de manutenção. A estiagem que começa no inverno e segue até o fim da primavera ajuda a acelerar reformas, mas o frio também influencia na venda de chuveiros e aquecedores, por exemplo.
O sentimento de estabilidade política após o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT) e o início do governo interino de Michel Temer (PMDB) é outro fator que, na visão de Conz, incentiva a retomar reformas. "O que foi adiado no ano passado começa a ser feito agora, com o sentimento de segurança", afirma.
A presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac) de Londrina e Região, Sandra Batista do Nascimento, concorda que o sentimento de estabilidade política está trazendo de volta o cliente que sumiu, além de voltar a liberar créditos aos poucos. "Como houve muita inadimplência, o crédito secou e mesmo o cartão Construcard (linha de crédito para compra de material de construção em lojas credenciadas pela Caixa) foi suspenso. Mas vai retornar em agosto", afirma.
Proprietário de um depósito atacadista de materiais de construção com mais de 400 clientes cadastrados no Norte e Norte Pioneiro, Maycon Maia afirma que sentiu, nos últimos meses, um aumento de até 15% na demandas das lojas que supre.
Na opinião dele, o setor da construção começa a retomar a confiança abalada com a instabilidade política. "O nicho da construção civil depende também dos pequenos investidores, que constroem casas para revenda e que estão voltando a nos procurar", diz.

GRANDES CONSTRUTORAS
A vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) do Norte do Paraná, Célia Catussi, afirma que o segmento tem sentido expectativa de melhoras, devido à abertura de crédito habitacional na Caixa Econômica Federal e de o governo falar de investimentos futuros na área de habitação. "Tudo aquilo que traz um novo olhar para o mercado, com expectativa de redução dos juros, aumento do crédito e aumento do investimento, devolve às construtoras a vontade de investir, gerando novos lançamentos e mais contratações", explica. Porém, ela avisa que os resultados só serão sentidos a médio e longo prazo.
Luís Fernando Wiltemburg
Reportagem Local
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