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Economia
21/04/2017

FGV: economia está em recuperação, mas não é possível dizer que recessão acabou

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Rio - A economia brasileira está em recuperação, mas não é possível dizer que o País saiu da recessão, avaliou Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV).
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O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,78% em fevereiro ante janeiro, estimou o Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), por meio do Monitor do PIB, indicador que antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

O resultado do mês anterior foi revisto de uma queda de 0,67% para um avanço de 0,26%, após mudanças feitas pelo IBGE nas pesquisas mensais de Comércio e Serviços, que melhoraram os resultados das vendas no varejo e do volume de serviços prestados no primeiro bimestre de 2017.

"O cenário é favorável. Mas não se pode dizer que saímos da recessão. Não estamos dizendo isso ainda. Precisa de mais meses de observação", ponderou Considera.

Segundo a FGV, o PIB do mês de fevereiro totalizou cerca de R$ 530,460 bilhões em valores correntes. A taxa do trimestre móvel encerrado em fevereiro encolheu 0,9% em relação a igual período do ano anterior. No entanto, o PIB mantém redução no ritmo de queda desde janeiro de 2016, quando teve retração de 6% nesse tipo de comparação.

"Janeiro de 2016 foi o fundo do poço. Desde então o ritmo de queda diminuiu muito. Isso mostra claramente que a economia está se recuperando", apontou Considera, lembrando que o resultado nessa comparação amortece movimentos erráticos registrados na série com ajuste sazonal - mês contra mês imediatamente anterior.

A melhora na atividade é puxada pelo setor industrial. No trimestre encerrado em fevereiro, a única variação negativa foi da atividade de construção (-7,0%). No setor de serviços houve predomínio de quedas, com exceção de serviços imobiliários (+0,1%) e administração pública (+0,1%).

Entre os componentes da demanda, o consumo das famílias recuou 2,0% no trimestre encerrado em fevereiro, na comparação com igual trimestre do ano anterior. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida de investimentos na economia) encolheu 3,1% no período.
Daniela Amorim
Agência Estado
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