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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
Esporte
17/07/2017

Coluna do PVC

O agravamento da crise no São Paulo tem a ver com decisões que tiram a confiança do elenco

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A zona continua

O São Paulo é o terceiro time paulista, em quatro temporadas, que Dorival Júnior assume na briga contra o descenso. Em 2015, o Santos era 17º colocado. Em 2014, o Palmeiras estava fora, em 16º, mas com o mesmo número de pontos do Criciúma, 17º.
Nos três casos, Dorival tentou manter a estrutura da equipe nos dois primeiros jogos. Não conseguiu por uma posição.
No Palmeiras, Wellington deu lugar a Victorino no segundo jogo. No Santos, 2015, Renato voltou e assumiu a vaga de Paulo Ricardo.
Ontem, Dorival Júnior escalou dez jogadores iguais à estreia contra o Atlético-GO. Trocou somente o lateral direito: saiu Buffarini, para a entrada de Bruno.
Deu zero a zero em qualidade...
O primeiro tempo em Chapecó mostrou um time mais tranquilo do que quinta-feira, no Morumbi. O compromisso era diferente. Quando time grande entra na briga para não cair e a torcida lota o estádio, a tensão se espalha. Parece que dá para pegar o ar com a mão.
Mesmo mais calmo, o São Paulo só levou perigo nas cobranças de faltas de Cueva (veja ilustração). O repertório segue restrito, nada de criatividade.
Na hora em que Túlio de Melo marcou 1 a 0, aos 18 minutos do segundo tempo, a Chapecoense havia finalizado cinco vezes no alvo. O São Paulo, três.
Nove partidas seguidas sem vitória representam a segunda maior seca da história tricolor em Brasileiros --só 2013 foi pior. Paulo Autuori foi demitido em 2013 em 18º lugar. Tinha acabado de vencer o Náutico, lanterna. Desta vez, o São Paulo só empatou no Morumbi com o Atlético-GO, último colocado.
Não há boas notícias.
A esperança é jogar três dos próximos quatro jogos no Morumbi. Se você tiver uma faca, poderá cortar o ar, tamanha a tensão. Serão jogos contra Vasco e Grêmio, depois Botafogo no Rio e outra vez como anfitrião contra o Coritiba.
O primeiro turno se fecha em Salvador contra o Bahia.
A outra coisa positiva é a definição do sistema de jogo.
Dorival repetiu a formação com dois volantes lado a lado, Jucilei e Petros, uma linha de três com Wellington Nem, Cueva e Jonatan Gómez, e Lucas Pratto na frente. Tecnicamente, os três da armação podem ajudar muito. Mas quase não criam.
Nem Cueva, elogiado antes de sofrer lesão em março. O problema do São Paulo não é falta de talento, assim como não era o técnico Rogério Ceni.
O agravamento da crise tem a ver com decisões que tiram confiança do elenco. Mudanças constantes, por exemplo.
Rodrigo Caio pode ficar até o final do ano, por compromisso. Mas conversa com o Zenit.
Se permanecer, ficará na história pelos títulos ou pelo rebaixamento? Se a dúvida nos atordoa, imagine o jogador.
Não, o São Paulo não tem time para ser rebaixado. Pode sair do rebaixamento nas próximas cinco rodadas. Também já se falou isto antes sobre times que não deveriam brigar na rabeira se dependesse só da qualidade do elenco.
O Internacional do ano passado. Ou o Palmeiras rebaixado em 2002, com Marcos, Leonardo Moura, Fabiano Eller, Arce, Zinho, Dodô e Nenê, hoje no Vasco.
Sair do rebaixamento exige recuperar a tranquilidade. Em síntese, é necessário ganhar do Vasco na quarta-feira.

DIA DE DUDU
O Palmeiras começou melhor contra o Vitória, sofreu gol em contra-ataque, virou e venceu. Dudu foi o melhor e participou dos quatro gols. Mas falta muito. A decisão de levar a equipe a Atibaia antes da Libertadores parece correta. Não é garantia. Mas treinos com o time principal são indispensáveis.

O PERSEGUIDOR
O empate do Santos contra o Vasco por 0 a 0 manteve o time de Levir Culpi em terceiro lugar no Brasileiro. O Flamengo também empatou e está em quarto. Mas parece o mais provável perseguidor do Corinthians. Mesmo com o Grêmio em segundo lugar, agora oito pontos atrás.
Paulo Vinícius Coelho
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