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Terça-feira, 25 de Abril de 2017
Esporte
20/03/2017

COLUNA DO PVC

Apesar da derrota, o Santos sabe fazer melhor a troca de passes até se infiltrar. Só que nem sempre dá certo

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O desejo pela bola
Dorival Júnior tem obsessão pelo jogo de posse de bola e assistiu a seu time fazendo o combinado no primeiro tempo do clássico de ontem. Nos primeiros dez minutos, o Santos passou 73% do tempo com a bola no pé. A característica do Palmeiras do ano passado e da vitória sobre o São Paulo desapareceu. O Palmeiras só roubou uma bola no ataque até os 30 minutos.

A supremacia santista deu lugar às chances de gols palmeirenses nos últimos dez minutos. No final da primeira etapa, o Palmeiras havia realizado 50% de seus desarmes do meio-de-campo para a frente. O resultado foi ter o dobro de finalizações do que o Santos, que chutou duas vezes na trave.

Há times fantásticos de posse de bola e outros excelentes que não ligam tanto para esta estatística. Quando o Barcelona tem 75% de posse de bola é porque controla o jogo. O gol sairá, basta esperar. Mas dos cinco principais campeonatos da Europa, só o alemão tem como líder o time com mais tempo de bola no pé.

Real Madrid, Juventus, Monaco e Chelsea estão abaixo da terceira colocação neste quesito, mas perto de ganharem seus torneios nacionais.

A bola nunca pode ser o objetivo. Tem de ser a estratégia. Trocar passes para obrigar o adversário a mexer na posição da sua defesa. Se nesse movimento, houver três atacantes contra dois defensores, algum zagueiro sairá de seu lugar para oferecer socorro. Certamente vai abrir espaço, por onde haverá a infiltração e o gol.

Foi o caso do primeiro gol do Palmeiras, com Roger Guedes e Jean contra Zeca.
Mas o Palmeiras ainda não sabe ser um time de posse de bola. Contra o São Paulo, venceu à custa dos desarmes no ataque, não da troca de passes. Contra o Wilstermann, sofreu para vencer o sistema defensivo, porque exagerou nos cruzamentos. Contra o Santos, teve menos de 50% com bola no pé.

Apesar da derrota, o Santos sabe fazer melhor a troca de passes até se infiltrar. Só que nem sempre dá certo.

O início do segundo tempo mostrou isto. O Santos faz a saída de bola com três homens, muitas vezes com o recuo de Renato, como o Bayern de Munique faz com o chileno Vidal (veja a ilustração).

O Palmeiras só evolui quando consegue fazer desarmes no ataque. O melhor desempenho neste aspecto foi contra o São Paulo. Thiago Santos empurra a linha de quatro armadores para o ataque, como Felipe Melo não consegue. Esta análise já existe também na comissão técnica.

O resultado de ontem quebra tabu de seis anos, onze jogos, sem derrotas do Santos contra o Palmeiras na Vila Belmiro. Os alviverdes venceram menos pela força da equipe, mais pela qualidade do elenco, hoje o melhor do Brasil. Falta ainda um pouco para ser chamado de melhor time.

O Palmeiras ainda sofre para ter a bola, como deseja Eduardo Baptista. Também não consegue sempre aumtentar os desarmes perto da área do adversário, como Cuca fazia. Quando faz isso, melhora, como contra o São Paulo.

Mas ganhou dois dos três clássicos, manteve tabu contra o São Paulo no Allianz Parque e quebrou contra o Santos na Vila Belmiro. Enquanto isso, o time de Dorival Júnior só perdeu nos encontros com seus grandes rivais.

O EX-MELHOR
O Corinthians teve uma semana capaz de desmentir sua competitividade, alimentada até o último domingo pela soma de pontos no Paulista. Não não vence há três jogos e das últimas seis partidas só venceu Luverdense, em Cuiabá, e o Santos desfalcado.

O ATAQUE PAROU
O São Paulo segue sofrendo gols em todos os jogos, exceção à estreia na Copa do Brasil. A diferença é que agora o ataque também parou. Exceto a grande jogada de Pratto na jogada do gol e a regularidade de Cueva, o São Paulo preocupa.
Paulo Vinícius Coelho
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