VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
Cadastre-se pelo Facebook
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Olá
Assine já para continuar a ler a Folha de Londrina.
Para identificá-lo como assinante, precisamos do seu email e CPF.
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Opinião

Juros em queda

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois

A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central de reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual, de 7,5% para 7% ao ano, mostra um retorno do Brasil à normalidade. É o décimo corte da Selic, que atinge assim o seu menor nível desde que o Copom foi criado, em 1996. Ou seja, o país tem hoje os juros básicos mais baixos da história. Antes, o menor índice foi registrado em outubro de 2012 e abril de 2013 (7,25%). A decisão do corte foi unânime e já era aguardada, principalmente por conta da inflação ligeiramente abaixo do piso da meta. Importante lembrar, no entanto, que a Selic serve de referência para outras taxas de juros, como financiamentos e para remunerar investimentos. É claro que a Selic vai influenciar nas taxas que impactam o consumidor, como o cheque especial, os cartões de crédito, a poupança. Mas essa queda não será sentida de imediato pela população e os juros cobrados aos consumidores são mais altos. A decisão do Copom interfere de várias maneiras na vida da população, principalmente porque os juros altos diminuem o consumo, derrubando as vendas e o desenvolvimento das empresas. A consequência desse processo, todos sabem: o desemprego aumenta e a economia encolhe. Especialistas têm esperança que a combinação de juros e inflação em queda ajude a economia brasileira, que vem saindo de uma crise bastante cruel. É um ponto muito positivo diante das incertezas quanto à corrida presidencial do ano que vem e a dificuldade do presidente Michel Temer em emplacar as reformas no Congresso. Tanto que o Banco Central já sinalizou que, sem a reforma da Previdência o processo de queda pode até continuar, mas em um ritmo menor.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO

Pedágio no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul

A sociedade paranaense não pode aceitar passivamente o fato de o Paraná deter o título de campeão do pedágio mais caro do Sul

HÁ 40 ANOS

7 de dezembro de 1977

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Assine a Folha de Londrina
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados
HOSPEDADO POR
Hospedado por Mandic