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Opinião
11/01/2017

A herança e a reação

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Dos 5.570 municípios brasileiros, apenas 60 estariam com situação fiscal razoável, pouco mais de um por cento, o que dá uma ideia de como a crise geral –e que acentua as deformações do modelo federativo - se traduz no nível mais próximo do eleitor, a cidade. Alguns dos prefeitos dramatizaram o quadro encontrado a tal ponto que apelaram para uma jogada primária de marketing ao entregar as chaves da cidade a Deus, que não responde obviamente pelas desídias, incompetência e corrupção que persistem ocultas no fundo desse cenário.
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É verdade que a desgraça também se distribui desigualmente como se viu ainda na questão do emprego no Paraná, onde maiores centros como Curitiba e Londrina tiveram os efeitos mais perversos, um por ser bem provido industrialmente e outro por ser deficiente nessa definição estrutural. Assim mesmo com a capital em função da crise nas montadoras e a Região Metropolitana tiveram um deficit de 29 mil vagas no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, dos quais 19.500 em Curitiba, 77% do saldo.
Houve, no entanto, situações de saldo favorável de 2.470 vagas no Sudoeste, 1.035 no Norte Pioneiro, 579 no Oeste e 467 no Sudeste, o que não gera uma compensação, porém confirma uma tendência de maior empregabilidade no interior, algumas até decorrentes do programa "Paraná Competitivo" com iniciativas de porte como a da unidade papeleira da Klabin, em Ortigueira, que tendem a gerar um tipo de desenvolvimento, alicerçado no setor secundário da economia e remover os sinais perversos de região condenada a baixos referenciais do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que nem sempre há como colocar em visão prioritária no sistema de planejamento.
Se três dos estados mais importantes do país como Rio, Minas e Rio Grande do Sul (este, outra vez, suplantando o Paraná na distribuição da renda interna como quarto lugar) enfrentam uma calamidade fiscal sem precedentes e também tradutora da ineficácia do modelo federativo, dá para compreender por que o trauma num ente menos nutrido como o município. E, aí, o que resta fazer é a maior participação da cidadania nos processos e também numa mais justa e equitativa partilha de oportunidades, algo que estrategicamente pode ser definido pelo Estado como já se deu, com amplo sucesso, nos governos dos anos sessenta ao final dos setenta.
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