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Cidades
16/05/2017

Zona sul ganha biblioteca pública

Espaço vai abrigar também uma unidade do Cras e um posto de atendimento da Secretaria da Fazenda

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Gina Mardones
Gina Mardones - A construção atende a uma solicitação da própria comunidade: espaço tem 500 metros quadrados e um acervo de quatro mil exemplares
A construção atende a uma solicitação da própria comunidade: espaço tem 500 metros quadrados e um acervo de quatro mil exemplares


Um prédio abandonado no terreno onde antes funcionava a Pavilon, na Avenida Guilherme de Almeida, na zona sul de Londrina, acaba de ser totalmente reformado para dar espaço à Biblioteca da Região Sul. O espaço tem 500 metros quadrados e um acervo de quatro mil exemplares. Além da biblioteca, o imóvel irá abrigar, temporariamente, uma unidade do Centro Regional de Assistência Social (Cras) e um posto de atendimento da Secretaria Municipal da Fazenda, onde a população poderá resolver pendências referentes ao pagamento do IPTU e recolhimento do INSS, por exemplo.

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A obra custou R$ 760 mil e foi financiada pela Caixa Econômica Federal com recursos do Ministério do Turismo e contrapartida da Prefeitura de Londrina. Conforme o contrato, assinado em 2008, o governo federal deveria repassar R$ 700 mil e o restante seria proveniente do caixa municipal, mas segundo o prefeito Marcelo Belinati, houve atraso na liberação dos recursos pela União e o município antecipou cerca de R$ 250 mil, além da contrapartida. "Amanhã (terça-feira) cedo estou indo a Brasília para fazer um périplo pelos ministérios e cobrar que o governo faça a sua parte e repasse os recursos dos convênios. Foi feita a antecipação dessa obra e de outras obras, como a ponte de Guairacá e a interseção da barragem do Lago Igapó", explicou o prefeito.

O secretário municipal de Cultura, Caio Júlio Cesaro, ressaltou que o objetivo é que a biblioteca seja ocupada pelo cidadão da região e por isso a iniciativa de agregar vários serviços em um único espaço. "A ideia é que a população venha até aqui e tenha uma série de serviços", disse. Segundo Cesaro, a unidade do Cras irá funcionar junto com a biblioteca provisoriamente, até que uma nova unidade seja construída no mesmo terreno.

"Nós devemos repensar o papel das bibliotecas na sociedade, pensar nas necessidades dos usuários e estabelecer novos parâmetros de trabalho e fazer esses espaços exercerem o papel social, cultural e educativo. A sociedade está avançando e temos que acompanhar esses avanços", destacou a diretora de Bibliotecas Públicas Municipais, Leda Maria Araújo.

A construção da biblioteca atende a uma solicitação da própria comunidade, que encaminhou propostas nas conferências regionais e municipais. "Essa obra é um grande presente para nós, um sonho concretizado", disse Rosalina Batista, presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e presidente da Associação das Mulheres Batalhadoras do Jardim Franciscato.

O prédio onde funciona a Biblioteca da Região Sul começou a ser construído há cerca de quatro anos e foi abandonado antes de ser concluído. Segundo a comunidade, o local era o retrato do abandono, tomado pelo mato, lixo e entulho. Para que a obra pudesse prosseguir, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) retirou "70 caminhões" de lixo e entulho. "Esse lugar estava feio, abandonado. Agora está tudo bonito e vai funcionar uma biblioteca, o que é muito bom para a comunidade", disse o ajudante de serviços gerais Ezequiel Couto Fernandes, morador do Jardim Nova Esperança. "O melhor é a gente não precisar se locomover até a prefeitura para resolver alguns assuntos. Vamos ter vários serviços funcionando aqui, num ponto central, perto de casa", elogiou a auxiliar de cozinha Maria Rosa Novaes, moradora do Jardim União da Vitória 2. "Também espero que aqui sejam oferecidos alguns cursos de capacitação para auxiliar a comunidade a conseguir um trabalho", disse.

Nesta segunda-feira (15), após a solenidade de inauguração da biblioteca, crianças do Instituto União para a Vitória fizeram uma apresentação de taiko, os tambores japoneses, e crianças da comunidade participaram de uma contação de histórias. "De nada adianta um espaço público se não houver atividades. Temos que promover ações e mostrar a importância desse espaço", declarou o prefeito.

A biblioteca e o Cras irão funcionar de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, e o posto da Secretaria da Fazenda, das 11 às 17 horas.
Simoni Saris
Reportagem Local
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