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Cidades
10/05/2014

Servidores vão ao trabalho de bicicleta

Campanha é realizada anualmente e é uma oportunidade para mostrar que a bicicleta é uma opção viável de transporte

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Gina Mardones
Funcionários da Prefeitura de Londrina aderiram ao movimento nacional

Londrina - O desafio de melhorar a mobilidade urbana de Londrina depende da iniciativa de mais pessoas para que se tornem ou pedestres, utilizem mais o transporte coletivo ou adotem a bicicleta como meio de transporte. Pensando nisso o coletivo Bike Anjo, grupo de pessoas que tem como proposta ajudar pessoas que queiram aprender a andar de bicicleta com mais segurança, promoveu ontem a campanha De Bike ao Trabalho. Em Londrina, um grupo de quatro servidores da Prefeitura aderiu ao movimento.
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O movimento foi inspirado em uma campanha chamada Bike to Work Day, organizada pela League of American Bicyclists, nos Estados Unidos, em 1956, que acabou sendo difundida e adotada em vários países. O evento anual é uma oportunidade para mostrar que a bicicleta é uma opção viável de transporte para o trabalho e que pode ser uma ferramenta para levar mais qualidade de vida e motivação aos profissionais.
O técnico em gestão pública da Controladoria do município, José Balbino Alves, de 48 anos, vai todos os dias ao trabalho de bicicleta. Morador do Jardim Tókio (zona oeste), ele revelou que é muito mais fácil e rápido usar esse meio de transporte do que pegar um ônibus, por exemplo. "De onde eu moro até a prefeitura levo cerca de 30 a 35 minutos, mas se tivesse que pegar um ônibus levaria quase 1 hora nesse deslocamento", revelou. "De bicicleta eu vou pedalando às margens do Lago Igapó. O único trecho mais problemático para atravessar é a rotatória, pois o fluxo de veículos é muito grande", destacou.
A diretora de Planejamento Urbano do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul), Maíra Tito, de 34, afirmou ser um "mito" Londrina não ser propício para pedalar por ter um relevo muito acidentado. "Isso não é verdade, pois se a pessoa fizer o trajeto acompanhando os vales estará sempre no plano. A única diferença é que pode aumentar um pouco o trajeto", destacou. Ela, por exemplo, utilizou ontem a ciclofaixa do lago Igapó para ir ao trabalho. "As maiores dificuldades são o baixo número de ciclovias e o desrespeito dos motoristas. Também existem poucos locais com chuveiro, para que a pessoa possa se trocar", afirmou.
Segundo o diretor de Trânsito do Ippul, João Ulisses Lopes, o município possui pouco mais de 17 km de ciclovias. "Temos projetos prontos para 67 km de ciclovias, mas a meta do município é que esse número chegue a 106 quilômetros. "Eu não posso dizer em quanto tempo isto será implantado, mas no ano passado fizemos 2 mil entrevistas para definir onde serão esses novos projetos", destacou. Maíra acrescentou que em alguns dos novos loteamentos o Ippul solicita a implantação de ciclovias junto com o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV).

Serviço
Quem quiser começar a pedalar, mas não tem o hábito pode contar com o apoio de um Bike Anjo, que pode fornecer dicas valiosas. Basta entrar no site http://bikeanjo.com.br/contato/
Vítor Ogawa
Reportagem Local
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