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Cidades
28/11/2008

Psiquiatras para ajudar na solução de crimes

Casos envolvendo crianças chocam a sociedade; especialistas alertam que é preciso levar em conta doenças mentais nos assassinos

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Marcos Borges
Sheila Wendler: mente da criança funciona de maneira diferente

Mesmo orientadas pelos pais para não falar com estranhos, crianças podem ser alvos fáceis para criminosos, especialmente os psicopatas. Isso porque o julgamento dos pequenos sobre as possíveis situações de risco é diferente da percepção dos adultos. A opinião é da psiquiatra forense Sheila do Carmo Wendler, que atua nos EUA e está em Curitiba para proferir palestra.
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Ao comentar o assassinato da menina Rachel Genofre -encontrada morta dentro de uma mala da Rodoferroviária de Curitiba, dia 5 de novembro-, Sheila observa que o caso é delicado. De acordo com sua análiss, os pais da garota, de 9 anos, eram amorosos e cuidadosos. "Eles acreditavam que a menina estava bem orientada para não falar com estranhos, para não se colocar em situação perigosa, e que isso era suficiente. Mas não sabiam que o julgamento de uma criança de 9 anos sobre o que é certo ou errado, sobre o que representa risco ou algo potencialmente perigoso, é fruto da mente de uma criança. Uma menina de 9 anos não pensa como adulto", afirma a psiquiatra.
Para Sheila Wendler, no caso de Lavínia Rabeche da Rosa, 9 anos, encontrada morta na cama em que dormia com a mãe e uma irmã, ficou comprovada a participação indireta da mãe. Ela fumava crack com o próprio assassino da filha e permitia que ele entrasse na casa.Além disso, o padrasto bebia e não percebeu o crime sendo cometido.
Residentes nos Estados Unidos, Sheila e o marido, o norte-americano Daryl Matthews -também psiquiatra forense-, estão em Curitiba para proferir palestra. O casal de especialistas pode esclarecer questões controversas sobre a mente de criminosos, doenças mentais associadas a crimes violentos, e a possibilidade -ou não- de cura desses indivíduos. Temas bastante atuais, especialmente quando, ainda em clima de comoção, mídia e opinião pública discutem casos recentes, como as mortes das meninas Rachel Genofre e Lavínia Rabeche, formas de prevenção, ou soluções para desordens de comportamento como pedofilia e psicopatias.
Daryl Matthews e Sheila Wendler vivem em Honolulu, capital do Havaí, um dos estados norte-americanos. Ambos são professores universitários e consultores respeitados em sua área. Frequentemente são contratados por advogados para atuar em julgamentos criminais. Sheila, curitibana formada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), fez residência em universidade texana, e vive nos Estados Unidos há mais de 15 anos.
O casal concedeu entrevista à FOLHA dias antes do evento, que ocorre hoje e é aberto ao público. Sheila abre a palestra, no Salão Nobre do Hospital Nossa Senhora da Luz, a partir das 8 horas. Ela explicará um estudo de caso clínico bastante emblemático: a mãe americana que matou os cinco filhos. Depois, a partir de 10h30, Matthews fala sobre Violência e Doença Mental.
Bia Moraes
Equipe da Folha
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