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Cidades
LONDRINA

GM é afastado após morte em confronto

Família do homem baleado afirma que ele não tinha histórico de violência

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José Vilmo Silvestre da Silva, 40 anos, foi sepultado na manhã desta quinta-feira (1º) no Cemitério Jardim da Saudade, na zona norte de Londrina, após ser baleado por um guarda municipal na Rua Estácio de Sá, nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Sabará, região oeste. Segundo o secretário de Defesa Social, Evaristo Kuceki, a vítima, que esperava para ser atendido na UPA, sofreu uma crise nervosa e começou uma confusão na unidade.

Paulo Monteiro/NOSSO DIA
Paulo Monteiro/NOSSO DIA - Segundo a Secretaria de Defesa Social, confronto aconteceu na Rua Estácio de Sá, perto da UPA do Sabará
Segundo a Secretaria de Defesa Social, confronto aconteceu na Rua Estácio de Sá, perto da UPA do Sabará
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Conforme Kuceki, os funcionários do local perceberam o conflito e pediram apoio da Guarda Municipal. Silva deixou a UPA, mas foi seguido pela equipe chamada para atender a ocorrência. O servidor teria tentado abordar Silva, mas os dois entraram em luta corporal. O homem tomou a pistola calibre 380, pertencente à GM, e disparou. O guarda não se feriu e revidou com um revólver calibre 38, de uso pessoal . "Eles são treinados para usarem progressivamente a força. Se não conseguirem dominar, tem o teaser (máquina de choque). Agora, se uma pessoa aponta uma arma, ela será atingida", comentou o secretário.

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Para Kuceki, o agente, que permanece afastado do patrulhamento de rua, "é um excelente profissional e vocacionado para a função. Ele nunca apresentou problema, pelo contrário". Como os guardas têm direito a posse e porte de armamento, é permitida a utilização tanto para o trabalho quanto em casa ou fora do serviço.

Enquanto a Polícia Civil não conclui o inquérito, o secretário informou que a Corregedoria da Guarda Municipal abriu uma investigação paralela do caso. "Oficializamos um procedimento administrativo, que pode ser encerrado em até 90 dias, mas o prazo, dependendo do que apontar a comissão, tende a ser prorrogado".

Ouvido pela FOLHA, José Silvestre da Silva, pai de José Vilmo, argumentou que "a família está bem triste. Tem que esperar para ver o que vai acontecer". O aposentado ressaltou que o filho procurou a UPA "porque estava com uma forte de dor de cabeça". Ele também descartou que Silva apresentasse distúrbios. "Era calmo, tranquilo. Nunca tinha me dado problema. Ficou viúvo faz uns anos", contou à reportagem.
Rafael Machado
Grupo Folha
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