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Cidades

Endemias e recicladores conscientizam moradores

População da zona norte receberá informações sobre a separação correta do lixo e também de combate ao Aedes

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Nesta quinta-feira (7), a partir das 8h, os agentes de endemias começam um trabalho de conscientização junto aos moradores da região norte de Londrina. A iniciativa, realizada juntamente com trabalhadores da cooperativa Coper Região, visa incentivar a correta separação do lixo reciclável e destacar a prática como ferramenta importante no combate ao Aedes aegypti – mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, a região da cidade com maior percentual de infestação é a norte, com 5,20% dos imóveis com focos.
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Como boa parte dos casos está relacionada ao acondicionamento e descarte inadequados dos resíduos, a proposta é que ação contribua para a diminuição dos criadouros do Aedes. As atividades começam na avenida Claudete de Souza, em frente à UBS (Unidade Básica de Saúde) do Parigot de Souza, e se estendem até a região do conjunto Chefe Newton. A expectativa é que, gradativamente, a mobilização contemple todas as regiões da cidade.

Inicialmente serão distribuídos 26 mil panfletos aos moradores. Para atingir o maior número possível de residências e condomínios, está programada a confecção de outra leva com mais 150 mil unidades. O material foi produzido por servidores da CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização).

Segundo a analista ambiental da CMTU, Eliene Moraes, a ação visa reforçar junto aos moradores a ideia de que, além de trazer benefícios ao meio ambiente e gerar trabalho e renda aos catadores, a segregação e correta destinação do lixo é fundamental no combate ao Aedes. "Por meio do trabalho porta a porta dos agentes de endemias, queremos desenvolver uma grande campanha de mobilização. A intenção é ampliar a coleta seletiva e reduzir a quantidade de itens recicláveis conduzidos à Central de Tratamento de Resíduos (CTR)", explicou.

A iniciativa de conscientização é desdobramento da parceria iniciada entre CMTU e Secretaria Municipal de Saúde em agosto, quando servidores da companhia ministraram treinamento aos agentes de endemias. A capacitação envolveu informações sobre a relação entre o acúmulo de lixo e as formas de reprodução do mosquito da dengue.

RISCO
Segundo dados do quarto e último Liraa (Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti) de 2017, divulgados pela Saúde na última semana, Londrina está em risco epidemiológico em relação à infestação do mosquito. O índice geral no município é de 4,3%. O Ministério da Saúde preconiza como satisfatório o índice abaixo de 1%.
Reportagem Local
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