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Cidades

Ceticismo sobre eficácia da lei

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O aposentado Manuel Fernandes do Amaral não acredita que a Lei Antipichação resolverá o problema. "Não vai resolver. Estão passando a mão na cabeça da molecada. É inaceitável que o cidadão cuide de seu estabelecimento e o moleque vai lá pichar, correndo o risco de cair e se machucar. Tem que haver punição para ele e também para os pais", comenta.
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A dona de casa Ana Barbosa, de 50 anos, considera a multa muito branda. " A cidade fica muito feia. Acho R$ 500 muito pouco", critica. O motorista particular Valdinei Azevedo, de 42 anos, também está cético sobre a eficácia da nova legislação. "Concordo com a lei, mas acho que não vai funcionar", declara. Azevedo conheceu um grupo de pichadores há uns 20 anos e comenta que as pichações são uma forma dos grupos desafiarem uns aos outros.
Moradora da Rua Sergipe, a cabeleira aposentada Marta Maria de Almeida, de 70 anos, lembra que praticamente todas as quadras entre a Sergipe e o Zerão, onde caminha diariamente, foram alvo de pichadores.
A professora de Design da Universidade Federal do Paraná, Daniella Munhoz, que fez dissertação de mestrado sobre o universo dos grafiteiros em Curitiba, explica que o grafite é uma forma de intervenção urbana e de integração social, mas que, muitas vezes, é difícil dissociar os grafiteiros dos pichadores. Alguns grafiteiros são ex-pichadores. "Eles são duas partes de uma mesma coisa. As pichações são próprias de uma idade, é uma fase que traz consequências negativas para a cidade. Já os grafiteiros têm uma perspectiva de vida", diz. Segundo ela, o desafio dos grafiteiros é como orientar para que os jovens não caminhem para uma coisa destrutiva. A Polícia Municipal Antipichação deixa claro que a lei não se aplica ao trabalho dos grafiteiros.(A.M.P.)
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