VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
Cadastre-se pelo Facebook
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Olá
Assine já para continuar a ler a Folha de Londrina.
Para identificá-lo como assinante, precisamos do seu email e CPF.
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Cidades
28/11/2008

Capital arrecada 450 ton. para doação

Roupas, sapatos, comida, material de limpeza e água são levados todos os dias para municípios de Santa Catarina

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois
Tito: "resolvi ajudar como posso"
Fotos Mauro Frasson
Caminhões são, em grande parte, de voluntários

Mais de 450 toneladas de donativos já foram arrecadados, somente em Curitiba, e encaminhados às vítimas das enchentes em Santa Catarina. Seis carretas e outros nove caminhões menores carregados de roupas, sapatos, alimentos, material de limpeza e de higiene saíram em comboio, no início da tarde, em direção às áreas mais afetadas do estado vizinho.
PUBLICIDADE

Os caminhões são, na maior parte, de voluntários ou de empresas que ofereceram o baú vazio de uma viagem de retorno. Segundo o tenente Eduardo Gomes Pinheiro, da Defesa Civil do Paraná, ainda não foram encaminhados o material acumulado no interior do Estado. "Para isso, pedimos cada vez mais a colaboração das empresas com caminhões indo a Santa Catarina", pede.
O maior volume é composto por roupas, seguido por itens alimentícios e, em terceiro lugar, garrafas de água. Nos postos de coletas o movimento foi grande durante o dia de ontem. No quartel do Corpo de Bombeiros, localizado no centro de Curitiba, foi organizado um esquema para entrega rápida do material. De acordo com o capitão Marcelo Jahnke, a maioria dos doadores são particulares.
É o caso de Luiz Tito. O curitibano esteve em Florianópolis a trabalho no dia em que começaram as enchentes. No retorno à capital paranaense, ele se sensibilizou com a situação dos municípios por onde passou. "Conheço muita gente que perdeu suas casas e até familiares. Minha vontade era ir até lá para ajudar, mas o pessoal da minha empresa disse que é melhor ficar por aqui. Então resolvi ajudar como posso", conta.
Tito decidiu mobilizar os familiares e amigos e, somente ontem, já tinha feito três viagens de carro até o quartel. Ele aproveitou a conversa com a reportagem da FOLHA para fazer um pedido baseado no que ouviu de conhecidos: "Quem puder doar também talheres, pratos, utensílios diversos, mesmo que sejam descartáveis, vai ser muito útil neste momento. Outro item simples para ajudar muito na limpeza das casas é sacola plástica", recomenda.
Uma característica comum de muitos desses doadores é o anonimato. Abordados pela reportagem, a maioria preferia não falar, alguns dizendo não estar fazendo mais do que a obrigação. Timidamente, Ana Maria Conter Lara explicou que decidiu doar roupas apenas por solidariedade. Mas ela garantiu que ainda não tinha terminado a tarefa. "Quero voltar mais tarde com mantimentos e água", contou.
Segundo o capitão Gerson Gross, do Corpo de Bombeiros, muitas pessoas ligam oferecendo móveis. "Neste primeiro momento não é interessante levar móveis aos desabrigados. Mas, assim que eles retornarem às suas casas, podemos até buscar a doação em casa". A exceção é para os colchões que já podem ser entregues nos pontos de coleta ou até buscados em casa.
Marcela Rocha Mendes
Equipe da Folha
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO

SEU DIREITO

PARTILHA DE BENS

Sua Saúde

ANDADOR

Uma rua dividida em duas

Um nome diferente em meio a várias vias com denominações indígenas, a Flamengo ainda é separada pela Avenida Brasília

FALA, CIDADÃO

Quais serão seus principais desafios como prefeito?

Quem deve julgar os índios?

Especialistas debatem se responsabilidade é da Justiça comum ou da Justiça Federal; No PR e SC são oito indígenas presos por crimes diversos

Mais uma família perde tudo em incêndio

Um casal e o neto moravam no imóvel, localizado no Centro de Ibiporã, desde fevereiro; curto-circuto pode ser a causa do acidente

Solidariedade - Londrinenses ajudam desabrigados de SC

Defesa Civil está centralizando as doações. Empresas privadas também se mobilizaram

Veneno é recolhido do Ribeirão Apertados

Trabalho da força-tarefa é mais uma iniciativa importante para salvar manancial, mas ainda há muito a fazer

‘Aperto’ deve ter fim neste sábado

Inauguração do Terminal Guaraituba deve desafogar o sistema de transporte coletivo de Colombo, na RMC

Psiquiatras para ajudar na solução de crimes

Casos envolvendo crianças chocam a sociedade; especialistas alertam que é preciso levar em conta doenças mentais nos assassinos

Quem deve julgar os índios do Brasil?

Especialistas debatem se responsabilidade é da Justiça comum ou Federal

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Assine a Folha de Londrina
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados