VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
Cadastre-se pelo Facebook
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Olá
Assine já para continuar a ler a Folha de Londrina.
Para identificá-lo como assinante, precisamos do seu email e CPF.
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Cadernos Especiais

Vocação para o alto

Verticalização de Londrina é tendência consolidada e tem se espalhado para novas regiões

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois

A expansão da cidade de Londrina está longe de ser concentrada na região sul. Com grande valorização nos últimos anos, a Gleba Palhano é apenas um dos vetores de crescimento e atração de investimentos imobiliários. Região central, zonas leste e norte são outros locais que vêm recebendo obras, respeitando suas particularidades.
PUBLICIDADE

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon Norte-PR), Osmar Ceolin Alves, destaca que as zonas sul e leste são consideradas de maior potencial. Esta última, além de contar com um grande número de residências novas, deve passar por um processo de verticalização, com a oferta de apartamentos que atendam à demanda das universidades no entorno.
"Na zona Leste tem concentração de universidades, a Federal (UTFPR) e a Unicesumar, que está indo para lá. Isso atrai gente da região toda. Deve haver uma verticalização, mas talvez não com prédios tão altos", avalia Alves. Segundo ele, apesar de ser uma cidade altamente verticalizada, Londrina tem uma carência de prédios de médio porte. Na Gleba Palhano, diante da alta valorização dos terrenos, as construtoras optam por crescer as edificações o quanto possível para aproveitar a área.
"O Plano Diretor deveria ter contemplado isso agora. Acho que o novo, que deve começar a ser estudado, deve incentivar prédios médios e apontar regiões para a implementação desse tipo de obra", defende Alves. Mas a verticalização é um caminho sem volta, na opinião do presidente do Sinduscon, por ser uma tradição londrinense reforçada pelo anseio das famílias por mais segurança.
"Um prédio, hoje, é mais fácil tornar-se sustentável. E tem a questão do planejamento da cidade, em uma mais horizontal o poder público tem de levar mais transporte público, energia, água... O custo é maior para urbanizar e conservar", diz Alves. Apesar de a maior concentração de prédios novos estar na Gleba Palhano, também existe um grande número de edificações na área central e outras regiões, muitos deles já antigos.
Algumas construtoras têm se voltado para a área central e os bairros recentemente, levando empreendimentos com padrões mais modernos. É o caso da Quadra. A coordenadora de marketing, Luiza Pires, conta que uma pesquisa da empresa revelou o
anseio da população em morar em outras áreas além da Gleba Palhano, e, por outro lado, mostrou uma carência de imóveis condizentes com as novas necessidades.
"Os bairros são, basicamente, compostos por residências, então, o filho cresceu ali e não queria sair daquela região, mas faltava opção. Ou tinha prédio muito antigo ou casa, mas não megaempreendimentos com área de lazer completa, como é a tendência hoje em dia", destaca. "Nossos lançamentos em bairros são frutos dessa pesquisa", acrescenta a diretora de incorporações, Fernanda Pires.
Ela vê a área central de Londrina com um grande potencial para empreendimentos com características de primeiro imóvel, voltados tanto para investidores quanto para pessoas que buscam a comodidade dos serviços próximos de casa. Por outro lado, existe uma oferta limitada de terrenos na região, o que acaba por encarecer a obra.
Atualmente, a Quadra toca dois grandes empreendimentos verticais no centro, aprovados antes do novo Plano Diretor. Segundo a diretora de incorporações, a nova norma poderia restringir as obras.
"O plano não limita a altura de edificações, mas é um pouco mais restritivo, principalmente no centro, porque diminuiu o coeficiente básico, ou seja, o quanto eu posso construir no terreno", explica. Quanto à limitação de altura de prédios, Fernanda explica que partem do cone aéreo – limite imposto pela Aeronáutica para proteger as áreas de voo. Quanto mais próximo do aeroporto, mais baixo deve ser o prédio. Uma norma mais recente, porém, amplia a extensão das áreas protegidas e está sendo motivo de debate entre empresas, Sinduscon, prefeitura e Aeronáutica (veja box).

Marcos Zanutto
Marcos Zanutto
Zona Leste tem atraído investimentos e deve intensificar verticalização

Cecília França
Especial para a FOLHA
NOTÍCIAS RELACIONADAS
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO

Proprietárias do lar

Mulheres consolidam independência com o financiamento do imóvel próprio

Paisagismo colorido no outorno/inverno

Diversas espécies podem ser plantadas ou cultivadas nas estações frias, garantindo um jardim exuberante

Investimento à prova de crise

Imóveis continuam indicados como mais seguros para investir; Secovi vê queda nos preços de venda

Um ano de expectativas

Crises econômica e política freiam ritmo de vendas; construtoras se apoiam na solidez para enfrentar instabilidade

Tons de personalidade

Pintar a própria casa pode trazer economia e diversão, além de refletir a identidade dos moradores

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Assine a Folha de Londrina
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados
HOSPEDADO POR
Hospedado por Mandic