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Cadernos Especiais
24/07/2016

Vocação em servir

Em Londrina, os serviços são responsáveis por 75% do PIB e empregam a maior parte dos trabalhadores

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Ricardo Chicarelli
Ricardo Chicarelli
Alunos de Veterinária atendem animal no moderno aparelho de raio-x digital do Hospital Veterinário da UniFil




Londrina é a cidade dos serviços. Os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto Parananense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) compravam. Em 2013, último dado disponível, o setor respondia por 75% do Produto Interno Bruto (PIB) do Município, aqui incluídos comércio e construção civil. Em dinheiro, a movimentação fica em torno de R$ 8,8 bilhões.
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Ao contrário do PIB, existem informações separadas de serviços e comércio a respeito do número de estabelecimentos e empregos. São 7.332 lojas do comércio (varejo e atacado), que empregam 44.844 pessoas, ou 25% da força de trabalho de Londrina. Os serviços propriamente ditos contam com 7.485 estabelecimentos. E são o maior empregador: 93,5 mil londrinenses atuam nesta área ou 52,8% do total.
Professor de economia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e consultor da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Marcos Rambalducci chama atenção para um subsetor de serviços: o ensino. "As escolas
(377) são 2% do número de estabelecimentos (18.760) e empregam 8,5% da mão de obra", declara. A média de empregados no varejo é de 6 por estabelecimento, sendo que, no ensino, são 40.
"Londrina se destaca como centro de excelência na educação e possui uma rede de colégios, faculdades e universidades particulares que recebe anualmente milhares de adolescentes e jovens que aqui se instalam", afirma o reitor da UniFil, Eleazar Ferreira. Segundo ele, a atividade faz a economia girar, com movimentação no setor imobiliário, na construção civil, no comércio, no lazer e entretenimento, na gastronomia e em outros segmentos. Além disso, o setor gera muitos empregos. Somente a UniFil, de acordo com ele, emprega 1.400 pessoas.
O ensino superior privado ainda tem muito que crescer no País. Considerando o Plano Nacional de Educação (PNE), o Brasil precisa dobrar a oferta de ensino superior à população de 18 a 24 anos. Em 2012, segundo o IBGE, 15,4% dos brasileiros nesta faixa etária estavam na universidade. Até 2024, terão de ser 33%. "É um desafio grande para nós, mas na Coreia (do Sul) esta taxa é de 60% e, nos Estados Unidos, de 47%", afirma.
Nelson Bortolin
Reportagem Local
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