VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Quarta-feira, 28 de Junho de 2017
Cadernos Especiais
17/06/2008

Propaganda ou patrocínio

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois

Outra tendência em alta na CWB TV é o colunismo social eletrônico. Há pelo menos cinco atrações do gênero na grade, que seguem à risca a receita básica: cobertura de festas, inaugurações, eventos beneficentes e, em certos casos, lançamentos de produtos. E é aí que mora a polêmica.
A norma 13/7 da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) proíbe a publicidade comercial em canais comunitários, porém permite o patrocínio da programação. O problema é que não há uma descrição do que seja patrocínio.
Já o estatuto de algumas tevês, como a de Curitiba, prevê a busca de recursos por meio do sistema de ''apoios culturais''. Por apoio cultural, entende-se a veiculação de mensagens institucionais de empresas - somente a menção à marca, sem informar endereço, site ou telefone de contato. Alguns programas, no entanto, exageram na dose e apresentam conteúdos escancaradamente pagos.
Para o secretário da tevê, Jorge Bernardi, esta é uma ''questão séria''. ''É importante fiscalizar esse tipo de distorção. Infelizmente, ainda não temos um conselho que analise esses aspectos'', diz. Seja como for, uma regra é obedecida por todos os associados: ofertas e preços não são divulgados. O resto vale, como diria Tim Maia.
O fato é que grandes empresas podem se dar ao luxo de patrocinar um programa veiculando apenas sua logomarca durante os intervalos. Os canais comunitários, no entanto, contam com o apoio dos pequenos e médios comerciantes locais, que desejam uma divulgação mais detalhada. Esta questão tem sido o principal assunto das reuniões entre a ABCCom (Associação Brasileira de Canais Comunitários) e a Anatel, que deve apresentar em breve uma nova definição para as formas de patrocínio.
Outro motivo de apreensão por parte da ABCCom é o Projeto de Lei 29, do deputado federal Jorge Bittar (PT-RJ), que estipula as regras para os serviços de televisão por assinatura na era digital. Além de permitir o ingresso das empresas de telefonia nesse mercado, a matéria sugere que parte do que é pago pelas companhias do setor seja transformado em um fundo de apoio às tevês comunitárias e universitárias. As verbas de fomento seriam distribuídas entre produtores independentes mediante a aprovação da Ancine (Agência Nacional do Cinema), órgão regulador da indústria audiovisual no País.
Cansados de produzir com poucos recursos, os representantes dos canais festejam a proposta. Mas, sendo o Brasil como é, não será surpresa se os peixes grandes do audiovisual entrarem no nicho comunitário, atraídos pelo dinheiro do fundo de apoio. Que os pequenos fiquem de olhos bem abertos. (O.G.)
Continue lendo
12
Continue Lendo
2-1-16-14989-20080617
2-1-16-14986-20080617
2-1-16-14987-20080617
2-1-16-14988-20080617
2-1-16-14990-20080617
2-1-16-14991-20080617
2-1-16-14992-20080617
2-1-16-14993-20080617
2-1-16-14994-20080617
2-1-16-14995-20080617
2-1-37-14996-20080617
2-1-16-14998-20080617
Assine a Folha de Londrina
EDITORIAS
PolíticaGeralMundoCidadesEconomiaEsporteFolha 2OpiniãoFolha MaisEleições 2016Índice de Notícias
SEÇÕES
ChargeColunistasIndicadoresTempoHoróscopoEdição DigitalGaleria de FotosClassificadosCadernos EspeciaisPromoçõesLoterias
SEMANAIS
Folha GenteCarro & CiaImobiliária & CiaSaúdeEmpregos & ConcursosFolha CidadaniaNorte PioneiroMercado DigitalFolha RuralReportagemCozinha & Sabor
CLASSIFICADOS
VrumLugar CertoFolha ClassificadosDiversos
SERVIÇOS
ComercialArquivoCapa do ImpressoExpedienteClube do AssinanteFale ConoscoAviso LegalPolítica de PrivacidadeTrabalhe ConoscoQuem SomosGuia GastronômicoAssine Já!
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados