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Cadernos Especiais
12/10/2008

Nome correto é cosmecêutico, diz dermatologista

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  Realmente existe alguma diferença entre um dermocosmético e um cosmético comum? Sim, e disso não há dúvidas. Mas este elemento que distingüe, de fato, um cosmético comum de um dermo é a sua capacidade de mudança do tecido cutâneo. Segundo a dermatologista Rosa Caland, a terminologia ‘‘dermocosmético’’ indica apenas que é um ‘‘cosmético que se passa na pele’’. Os produtos utilizados por Maria Aparecida, na verdade, são denominados cientificamente de cosmecêuticos.
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  ‘‘Eles agem na pele com leve ação farmacológica. E se conseguir estimular a produção de colágeno, eles já obtêm um efeito cosmecêutico. É um efeito real na pele. A sua diferença é que o cosmético, por exemplo, melhora o aspecto de hidratação, põe óleo e o realça o brilho da pele, mas não promove uma mudança intrínseca. A partir do momento que ele estimula uma transformação já não é mais um cosmético, é um cosmecêutico’’, esclarece a dermatologista. ‘‘Estes ativos são os mesmos presentes nos protetores solares comuns e em shampoos de tratamentos anti-caspa, onde também há forte ação cosmecêutica’’, completa.
  Contudo, o médico é indispensável quando a pele apresenta anomalias e manchas que podem indicar problemas mais sérios. ‘‘Nós prestamos um atendimento, porém se a cliente aparenta uma patologia, nós recomendamos que antes procure a orientação de um especialista. Por exemplo, uma acne avançada, pintas e manchas suspeitas e também a dermatite de contato são casos clínicos. Quando é assim, é melhor procurar um médico’’, complementa a dermoconsultora Rosirene Ranuci.
  Outro ponto interessante é a estratégia dos fabricantes. Dentro de uma perspectiva de mercado, além do acompanhamento especializado, a atuação dos especialistas é fundamental para estimular o consumo e alavancar suas vendas. ‘‘Eles também são auxiliares do tratamento dermatológico, em procedimentos pós-operatórios onde são recomendados e existem para complementar o trabalho do médico responsável por cuidar da pele. Ao mesmo tempo, nós sabemos que 50% das vendas do mercado dermocosméticos vem da prescrição médica’’, revela a relações públicas Mariana Ruiz.
  ‘‘Cerca de 300 clientes compram todo mês em nossa rede. Como os produtos demoram para acabar, a reposição costuma ser a cada seis meses. E o que eu tenho notado bastante é a presença de clientes novos’’, revela Rosirene. Porém, de acordo com dados de pesquisas encomendadas pela Divisão de Cosmética Ativa, em valores, o mercado dos dermocosméticos cresceu apenas 12% em 2007. Se comparado aos dois anos anteriores, houve uma desaceleração já que em 2005 a categoria cresceu 25% e no ano seguinte 20%. (R.O.)
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