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Cadernos Especiais
18/06/2008

LIGEIRAS

Alô! Tem alguém me ouvindo?

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Dias desses eu ouvi uma moça brigando com o namorado pelo celular em frente ao meu trabalho. Ela gritava algo como: ''Eu vi você de agarramento com a talzinha! Eu preferia que você fizesse pelas minhas costas do que me deixasse ver. Você nunca me viu agarrada com o fulano...''. No dia seguinte ouvi um senhor aos berros com algum funcionário, também pelo celular, dizendo que aquilo não era jeito de falar com ele e que eles iriam ''se ver'' depois.

Comecei a reparar que as pessoas não fazem muita questão de esconder seus assuntos via telefone celular dos demais, especialmente no ônibus. É um tal de combinar baladas, avisar pai, mãe, chefe, esposa e marido que vão se atrasar, fofocar da ''não sei quem'' que está de casinho com o ''não sei quem outro'', etc. Será que a vida pessoal destas pessoas realmente é ''da conta'' de todo mundo?
Estes dias li que na China é comum (por causa da falta do senso de privacidade) pessoas escutarem a conversa dos outros na cara dura. Dei risada. Agora percebo que no Brasil é o contrário. São as pessoas que acabam expondo (de propósito?) suas conversas para os estranhos que estão ao redor. Ok, sou jornalista e, por profissão, curiosa. Mas, nem por isso estou interessada em saber cada detalhe da vida alheia, especialmente de pessoas desconhecidas que, por um acaso, estão no mesmo espaço físico que eu.
Se a ligação está ruim, se os ânimos estão exaltados, se existe uma necessidade de repassar a informação, tudo bem, é compreensível. Mas ainda assim acho que quase nada é tão urgente que não possa esperar o interlocutor chegar a um lugar mais reservado. É bom senso, gente!
Marcela Rocha Mendes
Equipe da Folha
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