VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
Cadastre-se pelo Facebook
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Olá
Assine já para continuar a ler a Folha de Londrina.
Para identificá-lo como assinante, precisamos do seu email e CPF.
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Cadernos Especiais
10/06/2008

LIGEIRAS

Cidade fantasma e gelada

QR Code
Enviar por Email
Compartilhar
Twettar
Linkedin
Fonte
Comunicar erro
Ler depois

  Curitiba, cidade de 1,8 milhões de habitantes, às vezes parece mesmo uma província. Dia desses, logo que iniciaram os dias frios do inverno, eu estava voltando para casa do trabalho. Devia ser pouco depois das 20 horas e, no trajeto do ponto de ônibus até a minha casa (uns 400 metros), não vi passar nenhuma alma viva (nem morta, graças a Deus!).
PUBLICIDADE

  E pensar que, há alguns meses, neste horário, ainda estaria dia claro, começando a anoitecer. Mas naquele momento nem um carro, nem um latido de cachorro, nem uma luz de janela acesa. Tudo bem que meu bairro não é dos mais populosos e muito menos agitados, mas parecia que eram 4 horas da madrugada.
  Dias depois, estranhei uma nova cena. Sábado de noitinha, por volta das 21 horas e minha rua com apenas um carro estacionado. Domingo, três horas da tarde – nenhum carro! Onde foram parar as pessoas deste lugar? Em dias ‘‘normais’’, sempre vejo vizinhos entrando e saindo de suas casas, recebendo visitas, mas ultimamente tem momentos em que me sinto morando na Sibéria.
  Refletindo, cheguei a conclusão que o fator temperatura influencia muito. Curitibano não se acostuma com o frio. Nossas casas, comércios, restaurantes, consultórios médicos, academias, ônibus, etc, não são adaptados para as baixas temperaturas. Não temos nenhum costume ‘‘europeu’’ de programas típicos de inverno (com exceção das Noites de Sopas e Vinhos por aí). Tudo o que fazemos no friozinho gostoso é reclamar dele e ficar embaixo das cobertas vendo filme e tomando quentão de vinho. Não está na hora de algum ‘‘marketeiro’’ por aí mudar este abandono sazonal e pensar num jeito de aproveitarmos melhor esta estação – que tem durado uns bons quatro meses? Que tal?
Marcela Rocha Mendes
Equipe da Folha
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO

Interagindo

Qual a melhor maneira de preservar o meio ambiente?

CENA

CONVITE TELEFÔNICO

Propaganda de rua: mudança pode beneficiar quem já exerce mandato

MPE indica que pode entrar com mandado de segurança contra portaria que limita campanha de rua em Curitiba

Vestindo a fantasia

Altão de baixinho da Kaiser, chef de cozinha engolido por tubarão e MSN Messenger foram alguns personagens que passaram pelo Castelo do Batel no sábado, na 11 edição da Festa Fantasia do Tite

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Assine a Folha de Londrina
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados