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Cadernos Especiais
24/07/2016

Educação teve negócio bilionário

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No final de 2011, Londrina foi palco do maior negócio já feito no setor da educação em todos os tempos. A Universidade Norte do Paraná (Unopar), à época pertencente à família Laffranchi, foi vendida por R$ 1,3 bilhão para a Kroton – empresa controlada pelo fundo internacional de private equity, Advent.
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Criada em Londrina há mais de 40 anos, a universidade havia descoberto uma mina de ouro: o ensino a distância. Quando foi vendida, a instituição já tinha mais de 145 mil alunos espalhados por todo o País. Junto com a UEL a Unopar tornou Londrina referência nacional em ensino superior. "Somos reconhecidamente uma cidade com qualidade na área. A gente percebe isso quando vai visitar outras regiões do País", afirma Hélio Navarro, reitor da Unopar.
Apesar da venda para a Kroton, segundo o reitor, toda a geração de ensino a distância é feito a partir de Londrina, de modo que a instituição emprega cerca de 3.500 pessoas na cidade. "Estamos presentes em todos os Estados brasileiros, do Rio Grande do Sul ao Amapá", conta.
O ensino superior privado é uma área que ainda pode crescer muito no País. "E é preciso incluir essas pessoas para que o Brasil chegue a um patamar mais elevado de competitividade", ressalta.
A crise econômica, no entanto, colocou freios na expansão do setor. Os cortes no orçamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) atingiram em cheio as universidades privadas. Para driblar o problema e tentar manter o mesmo número de alunos, a Kroton implantou o Parcelamento Especial Privado (PEP). "Pelo PEP, o aluno pode pagar seu curso no dobro do tempo, sem juros", conta.
Ele afirma que toda crise é passageira e que também é uma oportunidade para as pessoas "investirem em educação e se reinventarem". "Com a redução do acesso ao Fies, a gente precisou buscar alternativas. Para chegar à universidade, os brasileiros dependem de algum tipo de fomento. Se não vem do governo, temos de buscar alternativas para viabilizá-lo", alega. (N.B.)
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