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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
Cadernos Especiais
24/07/2016

Diversificação econômica: um trunfo para Londrina

Terminada a era cafeeira, a cidade encontrou caminhos diversos para continuar se desenvolvendo

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Londrina tem 93,5 mil empregos no setor de serviços, 44,8 mil no comércio e quase 26,8 mil na indústria da transformação. Os números, extraídos do site do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) mostram uma economia diversificada, com bom desempenho em praticamente todos os setores. "Londrina soube se renovar após a geada de 1975", afirma o presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Júlio Suzuki Júnior. Toda a história da cidade, até a geada daquele ano, esteva atrelada ao café. De um dia para o outro, a riqueza desapareceu e Londrina teve de encontrar outros caminhos. "É muito importante essa diversificação econômica. As cidades que mais crescem têm essa característica. Não dá para se tornar grande tendo uma economia concentrada", declara Suzuki.
O arquiteto João Baptista Bortolotti, que à época da geada era diretor de Planejamento da Prefeitura, lembra que até mesmo as poucas indústrias existentes estavam relacionadas ao café. "Havia umas fábricas de implementos básicos, como foice e enxada." Veio a geada e toda a atividade econômica se desestruturou, lembra ele.
Os serviços, que já eram destaque, acabaram por tornar-se a principal âncora do desenvolvimento, de acordo com o arquiteto. "A cidade já nasceu prestadora de serviço. Na época do café, a maior parte da população vivia na zona rural e a área urbana prestava serviços para toda a gente", recorda.
O engenheiro agrônomo Paulo Sendin ressalta que o comércio sempre foi muito forte. "Aqui não só se produzia café, mas havia uma centro muito grande de comercialização", declara. E os serviços encontravam um mercado interno robusto. "A média de renda era bem acima da nacional."
O diretor-executivo da Terra Roxa Investimentos - Agência de Desenvolvimento do Norte do Parana -, Alexandre Farina, ressalta que a diversificação econômica de Londrina e região "veio pela necessidade". "A Embrapa Soja foi muito importante para que o agronegócio continuasse forte após a geada", declara.
O curso de engenharia civil da Universidade Estadual de Londrina (UEL), de acordo com Farina, foi muito importante para o desenvolvimento da construção civil. E a Sercomtel foi a âncora para o crescimento dos serviços voltados à tecnologia. "Esta é uma área de destaque hoje. Basta ver a força da TI (Tecnologia da Informação) na cidade e na região", declara.
Um dos fundadores da Associação do Desenvolvimento Tecnológico de Londrina e Região (Adetec), Sendim também ressalta a importância do setor para a economia local. "A Adetec trouxe o Softex (programa de software para exportação do governo federal). O setor se desenvolveu muito e, nos anos 2000, foi criado o Arranjo Produtivo Local (APL)de TI", salienta.
Para Farina, o desafio agora é "agregar valor e inovar para conquistar novos mercados". A própria Agência Terra Roxa, criada em 2004, é fruto na necessidade de inovação. "Trouxemos a experiência de agências da Europa", conta.
Nelson Bortolin
Reportagem Local
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